terça-feira, 1 de outubro de 2013

Hollywood vive sua maior onda de filmes religiosos desde a década de 50


“A Paixão de Cristo”, de 2004, foi último grande sucesso dos cinemas a ter como tema central uma história bíblica. Porém, os filmes bíblicos estão voltando com uma grande força a Hollywood. Com um grande número de personagens bíblicos chegando às telas dos cinemas a partir dos próximos meses, a indústria cinematográfica inicia sua mais forte onda de filmes religiosos desde a década de 1950.
Personagens como Noé, Moisés, Caim, Golias e Maria serão levados aos cinemas em filmes com grandes orçamentos, diretores consagrados e astros no elenco. Segundo o iG, esses filmes devem pegar carona no sucesso dos blockbusters de ação e aventura, dando ênfase aos efeitos especiais.
“Noé”, de Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), será o primeiro a chegar aos cinemas brasileiros, em abril de 2014. O filme é estrelado por Russel Crowe, e tem um tem orçamento de US$ 125 milhões (R$ 295 milhões), dinheiro que foi usado em parte para a construção de uma arca de madeira de 45 metros.
A lista de futuras estreias inclui também “Exodus”, de Ridley Scott, no qual Christian Bale viverá Moisés, personagem que será retratado também em “Gods and Kings”, filme que deve ser dirigido por Ang Lee; “The Redemption of Caim”, baseado na história de Caim e Abel e está sendo anunciado como a estreia de Will Smith como diretor; e “Mary, Mother of Christ”, sobre a mãe de Jesus, com Ben Kingsley. Esse último será um ‘prequel’ de “A Paixão de Cristo”.
A história de Golias também deve ser levada aos cinemas, por Scott Derrickson e Brad Pitt demonstrou interesse em estrelar a cinebiografia de Pôncio Pilatos.
Muitos atribuem essa nova safra de filmes religiosos ao recente sucesso da série “The Bible”, exibida pelo canal History Channel em março. O programa alcançou a maior audiência da TV a cabo dos EUA neste ano, com 13 milhões de espectadores no primeiro episódio.
Fonte: gospelhoje.com.br

domingo, 22 de setembro de 2013

Meninas são enviadas a Síria pra promover a “guerra santa do sexo”

A questão do sexo no islamismo é cercada de controvérsias. Em cada grupo islâmico é tratada de uma maneira, às vezes sendo até conflitante. Mas uma coisa é certa o Alcorão tem uma promessa: “A menor recompensa para os fieis, que chegam ao paraíso, é uma habitação, onde 80.000 servos e 72 esposas estão ao seu serviço. Essa habitação é decorada com pérolas, águas marinhas e rubis, numa extensão que vai de Al-Jabiyyat até Damasco”.

Enquanto ainda estão na terra, os jihadistas (defensores da guerra santa) que combatem na Síria decidiram realizar o que vem sendo chamado de “guerra santa do sexo”. O ministro do Interior da Tunísia, Lofti Ben Jedu, explicou que mulheres tunisianas são enviadas à Síria para ajudar a satisfazer as necessidades sexuais dos combatentes.

“Elas têm relações sexuais com 20, 30… até 100 jihadistas”, explicou o ministro durante a Assembleia Nacional. “Depois destas relações sexuais, feitas em nome da ‘jihad al nikah’ (“guerra santa do sexo”), voltam para casa grávidas”, relatou. Segundo a tradição isso é um motivo de orgulho, pois trata-se da “semente dos heróis”.
A prática da “jihad al nikah” não é nova. Desde os tempos de Maomé, se permite que muçulmanos tenham relações sexuais fora do casamento com várias pessoas. Para os líderes salafistas, que defendem uma volta às origens do islã, é uma forma legítima de guerrear.

Não se pode precisar quantos tunisianos foram enviados à Síria para lutar contra as tropas do presidente sírio Bashar al-Assad. O grupo dos “rebeldes”, como são chamados pela imprensa, é constituído de pessoas de várias nações. Da mesma forma, é desconhecido o número de mulheres que viajaram para lá com este objetivo, pois só a Tunísia admitiu a prática, que é disseminada em outros países islâmicos.

Em abril deste ano, o Sheikh Othman Battikh, uma das maiores autoridades religiosas daquela nação havia criticado a prática: “Meninas tunisianas estavam sendo recrutadas para viajar a Síria e oferecer serviços sexuais aos rebeldes… Pela Jihad, estão pressionando garotas para irem até a Síria. Meninas de 13 anos foram enviadas para fazer parte da jihad sexual. O que é isso? Isso se chama prostituição”. Seu desabafo lhe custou o cargo de Mufti, líder supremo.

No mês passado, foi divulgado pela imprensa internacional que alguns grupos afiliados aos terroristas da Al-Qaeda estavam usando menores de idade, que não poderiam ser reconhecidas porque seus rostos estavam sempre cobertos por véus.

Fonte: NY Daily News.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Missões consciência de todos



Estive no último dia 08 de setembro em Lausanne/Suíça, pregando em um culto de missões, nessa ocasião falei da necessidade de despertamos para o tema que ultimamente anda meio esquecido e quando falado há em torno uma promoção pessoal. Quando falamos sobre estatísticas ficamos estarrecidos com os resultados, que são preocupantes, por exemplo, a China tem aproximadamente 1,351 bilhões e apenas 4% de cristãos, já a Índia, segundo país mais populoso do mundo, tem aproximadamente 1,237 bilhões e apenas 1% de cristãos. A suíça onde vivo hoje está em crescente secularização. O país onde foi um dos pioneiros na reforma protestante com Calvino e Zwinglio, quer a cada dia apagar o rastro desse berço reformista, até a letra do hino suíço que fala um trecho sobre Deus eles querem eliminar, triste vê isso.

Temos hoje muitas pessoas que tem chamada missionária e tem feito um excelente trabalho na seara do Senhor, mas ainda é muito pouco em relação ao grande campo missionário. Precisamos ter certa urgência quando se trata de missões e nos conscientizarmos que essa responsabilidade também é nossa. 

Por Apolônio Alves

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

As 8 maiores religiões do mundo


Com tantas doutrinas espalhadas pelo mundo, é até difícil adivinhar quais têm os maiores números de seguidores. Por exemplo, uma delas tem seu principal núcleo de praticantes no Brasil. Você sabe qual é? Confira na lista que a SUPER preparou com as principais religiões do mundo:

8. Espiritismo (aprox. 13 milhões de adeptos)
Espiritismo não é exatamente uma religião, mas também entra na lista. A sobrevivência do espírito após a morte e a reencarnação são as bases dessa doutrina, que surgiu na França e se expandiu pelo mundo a partir da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec (1857). É no Brasil que se encontra a maior comunidade espírita do mundo: 1,3% da população do país é espírita.

7. Judaísmo (aprox. 15 milhões de adeptos)
Atualmente, a maior parte dos judeus do mundo vive em Israel e nos Estados Unidos, para onde migraram fugindo da perseguição nazista. Mesmo assim, os judeus representam somente 1,7% da população norte-americana. Enquanto isso, na Argentina, nossos hermanos judeus são 2% da população.

6. Sikhismo (aprox. 20 milhões de adeptos)
Embora pouco difundido, o Sikhismo é a sexta maior religião do mundo.  A doutrina monoteísta foi fundada no século 16 por Guru Nanak e se baseia em seus ensinamentos. O sikhismo nasceu na província de Punjab, na Índia, e grande parte de seus seguidores ainda vivem na região. Eles representam 1,9% da população da Índia e 0,3% de Fiji.

5. Budismo (aprox. 376 milhões de adeptos)
A doutrina baseada nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda (600 a.C.), busca a realização plena da natureza humana. A existência é um ciclo contínuo de morte e renascimento, no qual vidas presentes e passadas estão interligadas. Como era de se esperar, essa religião oriental é a principal doutrina em vários países do sudeste asiático, como Camboja, Laos, Birmânia e Tailândia. No Japão, é a segunda maior religião do país: 71,4% da população é praticante (muitos japoneses praticam mais de uma religião e, portanto, são contados mais de uma vez).

4. Religião tradicional chinesa (aprox. 400 milhões de adeptos)
“Religião tradicional chinesa” é um termo usado para descrever uma complexa interação entre as diferentes religiões e tradições filosóficas praticadas na China. Os adeptos da religião tradicional chinesa misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o Confucionismo, o Taoísmo, o Budismo e outras religiões menores. Com mais de 400 milhões de praticantes, eles representam cerca de 6% da população mundial.

3. Hinduísmo (aprox. 900 milhões de adeptos)
Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange seitas e variações monoteístas e politeístas, sem um corpo único de doutrinas ou escrituras. Os hindus representam mais de 80% da população na Índia e no Nepal. Mesmo com tamanha variedade, são apenas a terceira maior religião do mundo. Porém, ostentam um título mais original: o maior monumento religioso do planeta. Trata-se do templo Angkor Wat – depois convertido em mosteiro budista –, que tem cerca de 40 quilômetros quadrados e foi construído no Camboja no século XII.

2. Islamismo (aprox. 1,6 bilhões de adeptos)
A medalha de prata na lista das religiões é dos muçulmanos. Segundo projeções, daqui vinte anos, eles serão mais de um quarto da população mundial. Se esse cenário se concretizar, o número de muçulmanos nos Estados Unidos vai mais do que dobrar e um quarto da população israelense será praticante do islamismo. Além disso, França e Bélgica se tornarão mais de 10% islâmicas.

1. Cristianismo (aprox. 2,2 bilhões de adeptos)
Mesmo com o crescimento de outras religiões, o cristianismo continua sendo a doutrina com mais adeptos no mundo todo. Porém, seus seguidores têm mudado de perfil. Há um século, dois terços dos cristãos viviam na Europa. Hoje, os europeus representam apenas um quarto dos cristãos. Mas, o interessante mesmo é apontar onde o cristianismo mais cresceu no último século: na África Subsaariana. De 1910 para cá, a população cristã da região saltou de 9 para 516 milhões de adeptos.

Fonte: Revista Super Interessante

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Arqueólogos e pesquisadores descobrem palácio do Rei Davi


Na última quinta-feira (18), foi anunciada a descoberta que segundo pesquisadores. “a melhor prova, encontrada até agora, da existência da cidade-fortaleza do rei Davi”. Arqueólogos e pesquisadores israelenses trabalharam em escavações durante sete anos.

Foram descobertos por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Autoridade de Antiguidades de Israel, em Khirbet Qeiyafa. Dois edifícios do que seria o reino de Judá, com data do século 10 a.C..

Acredita-se que pertença à cidade bíblica de Shaarayim as ruínas encontradas, cidade onde o rei Davi teria lutado contra o gigante Golias e vencido.

Um dos edifícios foi identificado como o palácio real e outro seria um grande depósito, de acordo com os professores Yossi Garfinkel, da Universidade Hebraica, e Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel.

A cidade bíblica de Shaarayim fica a aproximadamente 30 Km de Jerusalém, segundo o jornal britânico Daily Mail.

Além dos dois edifícios, os arqueólogos também recolheram centenas de  artefatos, incluindo objetos religiosos, selos, cerâmicas e ferramentas da época, encontradas ao redor do palácio.

O palácio por sua vez se encontra no centro do terreno e possui visão privilegiada de todas as casas da cidade. A parte sul do palácio esta no topo da cidade. E existe ainda um muro que envolve o edifício e possui cerca de 30m de comprimento e duas entradas gigantescas.

O rei que morava no palácio tinha uma vista incrível para admirar. Das dependências da corte real é possível avistar o Mar Mediterrâneo, as montanhas de Hebrom e parte de Jerusalém.

Até então não havia sido encontrado nenhum palácio que pudesse ser atribuído ao século 10 a.C.. A  exposição da cidade bíblica e os achados descobertos levaram as autoridades e outras instituições relacionadas a transformar a área em um parque nacional, e que os moradores sejam realocados em outros bairros.

Fonte: R7

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O Dízimo é Bíblico?

Essa é a dúvida de muitas pessoas hoje em dia. Quando voltamos nossos olhares para o propósito do dízimo no antigo testamento vemos que ele era empregado em algumas situações, entre elas: Para sustentar os levitas, pois a tribo de Levi foi a única tribo que não recebeu herança (Nm 18:21-24); Para os estrangeiros, órfãos e viúvas, e os ministros (Dt 14:28 e 29); Era um mandamento (Lv 27:30), Para suprir a casa de Deus (Ml 3:10).


No novo testamento o Apóstolo Paulo diz que servia Para sustentar os ministros do evangelho ( I Co 9:13,14). O próprio Jesus ensinou sobre o dízimo em  Mt 23:23b "Fazei estas coisas e não omitir aquelas”. Fica  claro que Jesus mandou dar o dízimo, “fazei estas coisas”.

Acredito que o dízimo é bíblico, só que não mais como um mandamento como foi no antigo testamento, mas sim com liberalidade e voluntariedade, dando dessa forma o Senhor nos abençoa. Sabemos que a igreja precisa pagar aluguel, ajudar alguns irmãos, assalariar o pastor para que ele se dedique a palavra e o cuidar das ovelhas que o Senhor lhe deu, sem preocupações e investir na obra missionária.

Agora o que acontece hoje em dia é que muitos líderes religiosos fazem terrorismo para que o povo dê o dízimo, desviam o dízimo para proveito próprio e empregam mal o dízimo em projetos que não estão no coração de Deus.

Todo dizimista tem o direito de saber onde seu dízimo está sendo empregado, por isso o pastor esperto realmente presta conta do dinheiro que entra na igreja, no chamado culto administrativo. O dízimo quando bem empregado, sempre será uma bênção para essa igreja.


Por Apolônio Alves

Nova lei proíbe conversões na Índia

Segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, a Índia é majoritariamente hinduísta. Agora, uma nova lei anticonversão pode marcar definitivamente a história da nação milenar.

Desde 1968 há uma luta jurídica em relação ao Ato de Liberdade Religiosa de Madhya Pradesh, um dos Estados indianos mais populosos. A denúncia do Conselho Global de Cristãos da Índia anunciou que Shri Ram Naresh Yadav, governador do Estado, assinou a emenda que proíbe as pessoas de mudarem de religião sem autorização do governo. Ironicamente, a lei implica em seu nome a liberdade de culto.

A pressão dos extremistas hindus é para que ocorra o mesmo muçulmanos, onde desde o nascimento a religião vem impressa nos documentos do cidadão. O país chega a essa decisão antidemocrática em meio às comemorações do 67º aniversário da independência da Índia do domínio inglês.

Sajan George, presidente do Conselho Global, diz que “A democracia leiga da Índia está em perigo por causa da lei anticonversão”. A modificação de 2013, altera o 5º parágrafo da lei estadual e impõe aos sacerdotes que apresentem às autoridades locais todos os detalhes relativos à pessoa que decidiu mudar de religião, pelo menos 30 dias antes da cerimônia. Além disso, precisa fornecer uma lista com os nomes e endereços daqueles que desejam a conversão.

Caso isso não seja feito, explica o líder cristão, “corre-se o risco de uma multa de 50 mil rupias (cerca de R$ 1.700) e até três anos de cadeia; ou 100 mil rupias (R$ 3.500) e até quatro anos de cadeia quando forem menores de idade ou pessoas sem castas ou de povos tribais”.

George explica que “o governo tentou impor esta lei muito severa para agradar a maioria hindu, antes das próximas eleições”. No Estado de Madhya Pradesh fica a sede do Bharatiya Janata, partido ultranacionalista hindu que apoia grupos extremistas acusados de violência e perseguição contra as minorias étnicas, sociais e religiosas em toda a Índia.

O temor dos cristãos é a medida seja ampliada para todo o país, o que causaria uma modificação na Constituição indiana, que assegura a liberdade religiosa. A Federação Evangélica da Índia apelou ao Supremo Tribunal, que reconhece que existe uma violação ao direito fundamental à privacidade previsto na Constituição da Índia. “A crença ou religião de uma pessoa é algo muito pessoal”, afirmou o tribunal em nota.

“O Estado não tem o direito de pedir uma pessoa para divulgue qual é a sua crença pessoal… no caso de uma pessoa decidir mudar sua religião ao dar um aviso prévio aumentam as chances de o convertido ser submetido a tortura física e psicológica”.


Até o momento o governo da capital Nova Deli não se manifestou sobre o assunto. Historicamente, hindus convivem com budistas, siques, jainistas, muçulmanos e cristãos. Por diferenças religiosas, a Índia perdeu território e viu surgirem dois países independentes: o Paquistão (1947) e Bangladesh (1971) ambos de maioria muçulmana.

Fonte: gospelprime.com.br