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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Arqueólogos e pesquisadores descobrem palácio do Rei Davi


Na última quinta-feira (18), foi anunciada a descoberta que segundo pesquisadores. “a melhor prova, encontrada até agora, da existência da cidade-fortaleza do rei Davi”. Arqueólogos e pesquisadores israelenses trabalharam em escavações durante sete anos.

Foram descobertos por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Autoridade de Antiguidades de Israel, em Khirbet Qeiyafa. Dois edifícios do que seria o reino de Judá, com data do século 10 a.C..

Acredita-se que pertença à cidade bíblica de Shaarayim as ruínas encontradas, cidade onde o rei Davi teria lutado contra o gigante Golias e vencido.

Um dos edifícios foi identificado como o palácio real e outro seria um grande depósito, de acordo com os professores Yossi Garfinkel, da Universidade Hebraica, e Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel.

A cidade bíblica de Shaarayim fica a aproximadamente 30 Km de Jerusalém, segundo o jornal britânico Daily Mail.

Além dos dois edifícios, os arqueólogos também recolheram centenas de  artefatos, incluindo objetos religiosos, selos, cerâmicas e ferramentas da época, encontradas ao redor do palácio.

O palácio por sua vez se encontra no centro do terreno e possui visão privilegiada de todas as casas da cidade. A parte sul do palácio esta no topo da cidade. E existe ainda um muro que envolve o edifício e possui cerca de 30m de comprimento e duas entradas gigantescas.

O rei que morava no palácio tinha uma vista incrível para admirar. Das dependências da corte real é possível avistar o Mar Mediterrâneo, as montanhas de Hebrom e parte de Jerusalém.

Até então não havia sido encontrado nenhum palácio que pudesse ser atribuído ao século 10 a.C.. A  exposição da cidade bíblica e os achados descobertos levaram as autoridades e outras instituições relacionadas a transformar a área em um parque nacional, e que os moradores sejam realocados em outros bairros.

Fonte: R7

sábado, 3 de agosto de 2013

Descoberta de fragmento da “cruz de Cristo” é questionável



Segundo uma das  tradições  da  Igreja  Católica, Helena, mãe do  Imperador Constantino,  liderou  uma  busca à cruz  de Jesus  no ano  de  325.  Ela  teria encontrado três cruzes numa gruta, sob o local de sua  crucificação.

No tempo de Jesus o local era uma pedreira desativada, de onde eram tiradas as pedras usadas na construção civil. As três cruzes seriam iguais, então como definir qual era a de Cristo.  Trouxeram uma menina morta e a colocaram sobre as cruzes, nas duas primeiras nada aconteceu. Porém, na terceira a menina ressuscitou. Estava comprovada que aquela era a verdadeira.
Posteriormente, a cruz foi dividida em partes, uma delas permaneceu em Jerusalém e as outras foram enviadas para líderes religiosos em Roma e Constantinopla (atual Istambul).
Os primeiros registros escritos sobre a história de Helena encontrando a “Verdadeira Cruz” surgiram no final do século IV. Durante a Idade Média, muitos pedaços da cruz e cravos usados para a crucificação foram declarados autênticos e comercializado como “relíquias santas” por mercadores e religiosos.
Essas peças surgiram em quantidade tal que no século IV, o sacerdote conhecido como São Cirilo de Jerusalém disse ironicamente que o mundo inteiro “é preenchido com pedaços de madeira da cruz.” Mais tarde, o teólogo protestante João Calvino, um cético das relíquias religiosas do século XVI, afirmou que “se recolhêssemos todos os fragmentos encontrados (da cruz de Jesus) seria possível construir com eles um navio de grande porte. ”
escavacao cruz de cristo
Mais recentemente, em 1981, uma série de pedaços da cruz e pregos usados ​​na crucificação foram encontrados dentro de um baú com 2.000 anos de idade.
Hoje, arqueólogos da Turquia divulgaram ter encontrado um pequeno pedaço da cruz. Ele estava dentro de uma urna de pedra, em Sinop, Turquia. Dentro da Igreja Balatlar, construída  no século VII. Agora, testes estão sendo realizados para determinar a sua autenticidade.  Se a história de Helena é verídica, então esse pode ser o pedaço enviado a Istambul, durante muito tempo a capital do Império Romano do Oriente.
O líder da atual expedição, professor Gülgün Koroglu declarou:  ”Nós descobrimos um objeto santo em uma urna. É um pedaço de uma cruz, e achamos que fazia parte da cruz em que Jesus foi crucificado. Esta urna de pedra é muito importante para nós. Ela tem uma história e é o artefato mais importante que já descobrimos até agora”.
A suspeita de autenticidade se daria por que existem cruzes que foram esculpidas nas laterais da urna. Koroglu conta que ele e sua equipe começaram a trabalhar em 2009 no local ao redor da Igreja Balatlar, construída no ano 660. Essa escavação já descobriu mais de 1.000 esqueletos.
A descoberta de relíquias bíblicas não é novidade mesmo no século 21. Em 2011, um grupo de exploradores de Hong Kong e da Turquia disseram ter encontrado a localização da famosa Arca que Noé, no monte Ararat, Turquia. Pouco tempo depois, ficou comprovado que a descoberta era falsa e estava sendo usada como propaganda pelo governo da Turquia, que financiou parcialmente a expedição. Com informações Daily Mail e Protestante Digital.
Fonte: www.gospelprime.com.br

terça-feira, 3 de julho de 2012

Local onde Jesus nasceu agora é patrimônio mundial da Unesco

A Basílica da Natividade de Belém, situada na Cisjordânia, foi construída no século 4 sobre uma gruta onde a tradição aponta como o local onde Jesus nasceu.

A Autoridade Palestina, que governa essa região de Israel, alega estar sem recursos para fazer todos os reparos necessários, que custariam mais de 5 milhões de dólares.

A estratégia dos palestinos foi pedir que a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) reconhecesse a igreja como patrimônio histórico da humanidade. Isso acabou se concretizando na sexta-feira, após uma eleição realizada em São Petersburgo, Rússia.


Fonte: TN online

domingo, 25 de dezembro de 2011

Manuscrito mais antigo dos Dez Mandamentos é exposto em museu de Nova York

O manuscrito mais antigo dos Dez Mandamentos está em exposição no Museu Discovery em Nova Iorque, Estados Unidos, desde o dia 16 de dezembro. O escrito é um autêntico manuscrito confeccionado de papiro entre os anos de 150 e 100 antes de Cristo. Escrito em hebreu o texto tem mais de 2.000 anos e mede cerca de 45 centímetros de comprimento e 7 centímetros de largura. De acordo com a curadora da Autoridade Israelense de Antiguidades, Tatiana Treiger, essa é a terceira vez que o manuscrito sai de Israel. "É um pergaminho de material orgânico. Esta é a terceira vez que ele sai de Israel. Esteve em Toronto, Austrália e agora está em Nova Iorque", disse ela para a agência AFP. O texto pertence a uma mostra de documentos antigos que formam os manuscritos do Mar Morto, onde mais de 500 artefatos foram encontrados e estão em exposição na cidade até o dia 15 de abril. Mas o pergaminho com os Dez Mandamentos ficará em exposição apenas até o dia 2 de janeiro. Em um comunicado o Museu Discovery explicou que esse documento foi encontrado em 1954 em uma covas próximas ao Mar e que pesquisadores encontraram mais de 900 rolos entre os anos 40 e 50. É a primeira vez que um manuscrito que contém trechos do livro de Deuteronômio passa por Nova Iorque. E este é ainda um dos únicos manuscritos com os Dez Mandamentos que ainda existe e seu texto fala sobre as regras para construir uma sociedade com fé e princípios morais. O estado do manuscrito é "excepcional" segundo o museu nova-iorquino que ressalta que mesmo sendo feito de material frágil, continua em bom estado de conservação. Acredita-se que esses textos foram escritos por membros da seita dos essênios, que dividiram o judaísmo e viviam na zona de Qumram, no deserto de Israel. Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

DEZ MAIORES DESCOBERTAS DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA

O arqueólogo Walter Kaiser enumera as seguintes descobertas como sendo as dez mais importantes da arqueologia Bíblica:

1. Os amuletos de Ketef Hinnon, contendo o mais antigo texto do Antigo Testamento (séc. VII a.C.);

2. O Papiro John Rylands, contendo o mais antigo texto do Novo Testamento (125 A.D.);

3. Os manuscritos do Mar Morto;

4. A pintura de Beni Hasan, revelando como era a cultura patriarcal 19 séculos antes de Cristo;

5. A estrela de basalto de Dã, descoberta em 1993, que provou, sem sombra de dúvidas, a existência do rei Davi;

6. O tablete 11 do épico de Gilgamés, descoberto, em 1872, por George Smith, que provou a antigüidade do relato do dilúvio;

7. O tanque de Gibeão (mencionado em 2 Samuel 2:13 e Jeremias 41:12), descoberto em 1833, por Edward Robinson;

8. O selo de Baruque, descoberto em 1975, provando a existência do secretário e confidente do profeta Jeremias;

9. O palácio de Sargão II, rei da Assíria mencionado em Isaías 20:1, descoberto em 1843, por Paul Emile Botta, de cuja existência os
historiadores seculares duvidavam até essa descoberta;

10. O obelisco negro de Salmaneser.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Peritos confirmam veracidade do ossuário de “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio.No mês passado, porém, o juiz Aharon Far kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossuário era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras aramaicas eram do primeiro século”, diz o professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A primeira e a segunda partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da pátina indica que tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objeto já se encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.

Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossuário, primeiro ao justificar que a frase escrita nele em araimaco seria forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria falso, afirmaram.

A justificativa é de que, naquele tempo, os ossuários ou continham o nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela. Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a questão que aponta para essa desconfiança. “A inscrição atribuiria a Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se Jesus já fosse um pop star naquela época”, diz ele. Discussões como essa pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Golan foi acusado de criar uma falsa pátina (fina camada de material formada por microorganismos que envolvem os objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea, especializado em análise de materiais, admitiu que os testes microscópicos confirmavam que a pátina onde se lê “Jesus” é antiga. “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou Golan.

O ossuário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto pela primeira vez, em 2002. Agora que a justiça dos homens não conseguiu provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.

Fonte: Isto É

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Israelenses descobrem camarote do rei Herodes

Foi divulgado pelo jornal The Jerusalem Post, que arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram o camarote do teatro do rei Herodes (aproximadamente 73 a.C.-1 a.C.). As escavações revelaram o teatro em 2008.

Construída durante um período de luxo, a peça mede cerca de oito metros e ficava na parte superior da edificação. O Museu de Israel planeja abrir os sítios arqueológicos para a visita em 2011. O espaço provavelmente recebia hóspedes do rei, seus amigos e familiares.

Herodes assassinou membros de sua família, massacrou rabinos e, mesmo cercado de bajuladores, dificilmente tinha algum amigo verdadeiro.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Arqueólogos de Universidade Hebraica descobrem camarote do rei Herodes

Foi divulgado nesta quarta-feira (15), pelo jornal “The Jerusalem Post”, que arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram o camarote do teatro do rei Herodes (aproximadamente 73 a.C.-1 a.C.).

As escavações revelaram o teatro em 2008. Construída durante um período de luxo, a peça mede cerca de oito metros e ficava na parte superior da edificação. O Museu de Israel planeja abrir os sítios arqueológicos para a visita em 2011.

O espaço provavelmente recebia hóspedes do rei, seus amigos e familiares. Ao menos os que ainda estavam vivos: Herodes assassinou membros de sua família, massacrou rabinos e, mesmo cercado de bajuladores, dificilmente possui algum amigo verdadeiro.

Sua crueldade lhe valeu um lugar em “Os Ditadores Mais Perversos da História” (Planeta, 2004), livro que apresenta atrocidades cometidas por 15 governantes.

Fonte: Folha

domingo, 8 de agosto de 2010

Templo Filisteu é descoberto na cidade do gigante Golias

Arqueólogos em Israel, recentemente, descobriram um templo filisteu no local onde teria sido a cidade natal do gigante guerreiro Golias.As ruínas do templo estão localizados na antiga cidade de Gath e remonta ao século 10 a.C., de acordo com o Prof. Aren Maeir do Departamento Martin de Estudos e Arqueologia das Terras de Israel da Universidade Bar Illan. O templo descoberto tem uma imagem arquitectônica semelhante ao descrito na história bíblica de Sansão, que derrubou o templo do filisteu Dagon sobre si mesmo.

“Nós não estamos dizendo que este é o mesmo templo onde a história de Sansão ocorreu ou mesmo que a história não ocorreu,” disse Maeir, que dirigiu a escavação no local durante os últimos 13 anos, ao The Jerusalem Post, na semana passada. “Mas isso nos dá uma boa idéia de que a imagem de qualquer um que tenha escrito a história, teria sido de um templo filisteu.”

Este é o primeiro templo filisteu encontrado em Gath.

Além da descoberta do templo, a equipe também encontrou provas de um grande terremoto do século 8 a.C. que poderia ser o terremoto mencionado nos livros de Isaías e Amós.

“Se os sismólogos estão certos, um terremoto de 8 graus na escala Richter teria nivelado uma grande cidade,” disse Maeir. “A intensidade da energia necessária para mover as paredes parecem ter sido de algo muito poderoso.”

“O que temos aqui é uma prova muito forte de um terremoto dramático, um acontecimento natural, que deixou uma impressão muito significativa sobre os profetas bíblicos do tempo.”

Maeir e sua equipe internacional descobriram no templo na antiga ruína, montagens de Tel Tzafit National Park, na planície costeira do sul.

Fonte: Christian Post

terça-feira, 27 de julho de 2010

Tábua encontrada em Israel apresenta semelhanças com Código de Hamurabi

Dataram a tábua entre os séculos 18 e 17 a.C., o mesmo período do Código de Hamurabi, informou hoje a universidade em comunicado.

A tábua foi achada recentemente em Tel Hazor, um dos sítios arqueológicos mais importantes de Israel, declarado Patrimônio da Humanidade em 2005.

"Leis similares às do Código de Hamurabi são conhecidas pela Torá, mas a diferença de tempo entre as duas escrituras é de mil anos. Agora, temos em nossas mãos o fragmento de uma tábua que contém leis muito similares ao código, mas achada em Hazor e que datam do mesmo período", aponta o professor Amnon Ben-Tor, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica.

Os fragmentos encontrados se referem a questões relacionadas com legislação sobre danos pessoais e relações entre amos e escravos, que guardam similaridades com a peça de Hamurabi descoberta há mais de um século no que hoje é o Irã.

A tabuleta achada em Israel também contém diretrizes relacionadas com a legislação bíblica, do tipo "olho por olho, dente por dente", dizem os pesquisadores.

Durante anos, estudiosos da Bíblia e acadêmicos tentaram desvendar as relações existentes entre a lei mosaica e a babilônica.

"Hoje sabemos que em Tel Hazor havia uma escola de escribas que estavam familiarizados com o Código de Hamurabi", aponta Ben-Tor, para quem essa transferência de conhecimento pode ter acontecido na última etapa da Idade do Bronze.

Segundo o pesquisador, a descoberta pode ajudar a entender sobre como esse tipo de leis passou para o período israelita.

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Arqueólogos acham pinturas mais antigas dos apóstolos de Jesus

Imagens foram encontradas em um ramal das catacumbas de Santa Tecla. Afrescos eram conhecidos, mas seus detalhes vieram à tona recentemente.
Arqueólogos e restauradores de arte usando nova tecnologia a laser descobriram o que acreditam ser as pinturas mais antigas dos rostos dos apóstolos de Jesus Cristo.
As imagens encontradas em um ramal das catacumbas de Santa Tecla, perto da Basílica de São Pedro, do lado de fora das muralhas da Roma antiga, foram pintadas no fim do século 4 ou início do século 5.
Arqueólogos acreditam que essas imagens podem estar entre as que mais influenciaram os retratos feitos por artistas posteriores dos mais importantes entre os primeiros seguidores de Cristo.
“São as primeiras imagens que conhecemos dos rostos desses apóstolos”, disse o professor Fabrizio Bisconti, diretor de arqueologia das catacumbas de Roma, que pertencem ao Vaticano e são administradas por ele.
Os afrescos eram conhecidos, mas seus detalhes vieram à tona durante um projeto de restauração iniciado dois anos atrás e cujos resultados foram anunciados nesta terça-feira (22) em coletiva de imprensa.
Os ícones de rosto inteiro incluem as faces de São Pedro, Santo André e São João, que fizeram parte dos 12 apóstolos originais de Jesus, e São Paulo, que se tornou apóstolo após a morte de Cristo.
As pinturas possuem as mesmas características de imagens posteriores, como a testa enrugada e alongada, a cabeça calva e a barbicha pontuda de São Paulo, o que indica que podem ter sido as imagens nas quais os retratos posteriores se basearam.
Os quatro círculos, com cerca de 50 centímetros de diâmetro, estão no teto do local do sepultamento subterrâneo de uma mulher nobre que se acredita que tenha se convertido ao cristianismo no fim do mesmo século em que o imperador Constantino legalizou a religião.
Bisconti explicou que as pinturas mais antigas dos apóstolos os mostram em grupo, com rostos menores cujos detalhes são difíceis de distinguir.
“Trata-se de uma descoberta muito importante na história das comunidades cristãs primitivas de Roma”, disse Bisconti.

Os afrescos dentro do túmulo, medindo cerca de 2 metros por 2 metros, estavam recobertos de uma pátina espessa de carbonato de cálcio pulverizado, provocada pela umidade extrema e a ausência de circulação de ar.
“Fizemos análises extensas e demoradas antes de decidir qual técnica empregar”, disse Barbara Mazzei, que chefiou o projeto. Ela explicou como usou um laser como “bisturi ótico” para fazer o carbonato de cálcio cair sem prejudicar a tinta.
“O laser criou uma espécie de miniexplosão de vapor quando interagiu com o carbonato de cálcio, levando este a se destacar da superfície.”
O resultado foi a clareza espantosa das imagens, antes opacas e sem nitidez.
As rugas na testa de São Paulo, por exemplo, estão nítidas, e a brancura da barba de São Pedro ressurgiu.
“Foi uma descoberta de forte impacto emocional”, disse Mazzei.
Outras cenas da Bíblia, como a de Jesus convocando Lázaro a levantar-se dos mortos ou Abraão preparando-se para sacrificar seu filho, Isaac, também ficaram muito mais claras e nítidas.
“No que diz respeito a pinturas no interior de catacumbas, estamos acostumados a ver pinturas muito pálidas, geralmente brancas, com poucas cores. No caso das catacumbas de Santa Tecla, a grande surpresa foram as cores extraordinárias. Quanto mais avançamos, mais surpresas encontramos”, disse Mazzei.
Situado num labirinto de catacumbas sob um prédio moderno, o túmulo ainda não está aberto ao público devido às obras que continuam, à dificuldade de acesso e ao espaço limitado. Bisconti disse que as novas descobertas serão abertas apenas à visitação de especialistas, por enquanto.

Fonte: G1

terça-feira, 4 de maio de 2010

Veja imagens da Arca de Noé – segundo pesquisadores

Um grupo de cientistas turcos e chineses afirma ter localizado a Arca de Noé no monte Ararat, de acordo com a imprensa turca. O pesquisador chinês Wing-cheung Yeung diz que eles encontraram uma estrutura antiga de madeira em uma altitude de 4 mil m no monte que fica no leste da Turquia, na fronteira com o Irã.

O cientista é membro de uma organização internacional dedicada à busca pela arca em que, conforme a Bíblia, Noé e sua família escaparam do Dilúvio Universal. Segundo Cing, a estrutura encontrada tem 4,8 mil anos, por testes de carbono.

“Não é 100% seguro que seja a arca, porém pensamos que é 99,9%”, disse Yeung à agência turca Anadolu. “A estrutura do barco tem muitos compartimentos, o que indica que podem ser os espaços onde se localizavam os animais”, afirmou.

O pesquisador disse ainda que pediu ao governo turco para que proteja a zona para poder iniciar as escavações. Além disso, ele afirmou que pediu à Unesco que coloque o local na sua lista de patrimônio da humanidade.

Não é a primeira vez que o grupo afirma ter encontrado a arca no Ararat, a montanha mais alta da Turquia e onde a Bíblia afirma que Noé desceu quando baixaram as águas do Dilúvio.


Fonte: Gospel+