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domingo, 21 de outubro de 2012

Cristo, O Cabeça da Igreja


“E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”.
(Colossenses 1:18)
A igreja não é uma organização humana, é um organismo vivo movido pelo Espírito de Deus. A igreja não é um clube para satisfazer os interesses dos seus sócios, a igreja não é um teatro para atender as necessidades de seus respeitáveis públicos, a igreja não é uma empresa para atender os caprichos da freguesia. Recuso-me a aceitar qualquer modismo atual que tende a criar “igrejas” a gosto da clientela. A IGREJA É O CORPO, ONDE CRISTO É O CABEÇA.
I. JESUS É A VIDA DA IGREJA:
A VIDA COMEÇA PELA CABEÇA: A vida da igreja começa por Jesus, não por estratégias estabelecidas pela liderança, e nunca por programas adotados pela membresia. Qualquer tipo de avivamento sem Jesus torna-se meros movimentos. Jesus é a vida da Igreja e Nele começamos a viver plenamente e abundantemente, para isso é que Ele veio ao mundo para tivéssemos a vida de Deus. (Jo 10.10b).
SEM A CABEÇA NÃO HÁ VIDA: Podemos até viver: sem os braços, sem as pernas, sem os olhos, também é possível viver com o coração artificial, metade do fígado, intestino, somente com um pulmão, e até com 1/3 do estomago, no entanto, é impossível vivermos sem a cabeça. Sem Jesus não há vida na igreja (Jo 14.6).
II. JESUS É A DIREÇÃO DA IGREJA:
A CABEÇA DAR DIREÇÃO AO CORPO: O cérebro controla todas as funções vitais do organismo. A igreja precisa ser controlada e direcionada por Deus e não por tradições, costumes, finanças, personalidade humanas e etc. A verdadeira Igreja só alcançara a excelência através da obediência ao seu cabeça. ( Cl 2.10, Cl 2. 19).
A CABEÇA COMANDA O CORPO: Uma igreja que não é direcionada por Cristo, tende a se tornar em mausoléus, museus, e apenas monumentos. Tais igrejas jamais poderão viver o verdadeiro evangelho que proporciona o crescimento genuíno. (Ef 4.15,16).

III. JESUS É O SENHOR DA IGREJA:
A CABEÇA É A PARTE MAIS ALTA DO CORPO: Jesus é a autoridade máxima da igreja, assim como todo o corpo está sujeito à cabeça, assim toda a igreja deve está sujeita a Cristo, pois tudo que há nos céus e todos que estão na terra estão sujeitos ao seu poder (Ef 1. 22; Ef 5. 24a).
JESUS É O DONO DA CABEÇA: A igreja não pertence aos membros: fundadores, influentes, poderosos, não! Nem muito menos a pastores. “Deus não deu igreja para pastores, Ele deu sim, pastores para a sua igreja”. A IGREJA É DE JESUS! O próprio Jesus ao se dirigir aos apóstolos acerca da igreja emprega o pronome possessivo: “edificarei a minha igreja”, ou seja, a igreja tem dono. (MT 16.18).
CONCLUSÃO: A igreja jamais morrerá! Pois o seu cabeça é o todo poderoso: (Ap 1.8). Aquele que vive eternamente: (Ap 1.18). Portanto, a igreja é vitoriosa e gloriosa, e enquanto Deus for Deus a igreja será igreja revestida de poder e autoridade. Jesus é o cabeça da igreja, e Deus o cabeça de Cristo (I Co 11.3). Se alguém ousar destruir a igreja, antes terá que enfrentar o próprio Cristo e encarar o Deus todo poderoso. Por essa mesma razão, acredito piamente que a igreja triunfará.
Fonte: Gospel Prime

domingo, 14 de outubro de 2012

A Vinda de Jesus


Muito se fala em Jesus, como aquele que morreu na cruz em nosso lugar, que perdoa pecados, que nos dá a vida eterna. Fala-se também que devemos nos preparar para ir morar nos céus, enfim, falamos sobre Cristo, mas deixamos a impressão de que tudo será daqui a um bom tempo, nada é para agora, tudo virá um dia ainda muito distante. Será?

1 – A VINDA DE JESUS É REAL. ELE VIRÁ, MAS NEM TODOS IRÃO COM ELE.

1.1 – Ninguém sabe a hora – Ninguém sabe qual será o momento da vinda de Jesus Cristo, ou seja, o momento em que vamos nos encontrar com Ele.

a) Não temos controle sobre a morte – Não há nenhum ser humano que tenha controle sobre a hora da sua morte. Quantos saem para passear e não voltam mais, dormem e não amanhecem, vão para o hospital e não retornam? Esta é uma realidade que todos nós convivemos com ela, independente de idade, sexo, religião, raça, posição social ou qualquer outro aspecto. A morte iguala a todos. Por isso não podemos saber qual o momento exato que vamos ao encontro de Jesus. Não podemos prever o dia, mas podemos escolher a forma como vamos estar em Sua presença.

b) Sua vinda é um mistério – Em Mateus 24.36, o próprio Jesus afirma: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai”. Se soubéssemos, viveríamos uma vida desregrada, de qualquer maneira, fazendo tudo o que desagrada a Deus e um pouquinho antes de Sua volta, dobraríamos os nossos joelhos e pediríamos perdão, não por arrependimento, mas para poder ser salvo, o que não adiantaria de nada. Por este motivo, ninguém sabe a hora da Sua volta e assim devemos viver com o desejo de fazer o que agrada a Deus. Você tem vivido assim?

1.2 – Nem todos vão se encontrar com Deus – Tem muita gente que pensa porque Deus é “bonzinho”, vai perdoar todo mundo e que todos vão passar a eternidade ao lado d’Ele. Que engano das trevas. Deus realmente é amor, mas também é justiça. Ele não pode igualar os que entregaram suas vidas a Ele conscientemente e que mortificaram sua carne procurando viver sem pecado, com àqueles que viveram como queriam, sem se importar com o amanhã. Por isso, mesmo vivendo e trabalhando lado a lado, Deus olhará individualmente para cada um, não vai importar ligações familiares, carteirinha de igreja, religião, penitência, etc. Deus irá olhar para o coração. E muitos corações não estarão prontos.

2 - A ESCOLHA É INDIVIDUAL

2.1 – Deus não tem parentela, nem todos são filhos – Muitos acham que porque alguém da família é cristão, a salvação de toda ela está garantida. E muitos acham que todos são filhos de Deus. Porém, não é o que a Bíblia diz em João 1.12: “Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome”. Este texto deixa claro que só quem crê em Seu nome, isto é, acredita que Ele morreu na cruz em nosso lugar, que só Ele pode nos levar a Deus e mais ninguém ou nada, que só Ele deve ser invocado e só a Ele devemos pedir ajuda e render nossa adoração, que devemos seguir o que Ele nos ensina em Sua Palavra; a estes é dado o poder de serem seus filhos e as demais pessoas, são criaturas de Deus. Ele as ama, a tal ponto, que enviou Seu filho, Jesus, para morrer por elas, mesmo que elas não aceitem este sacrifício.

2.2 - Quem quer seguir a Jesus, deve romper com o passado – Há um relato na Bíblia (Rute 1.12-16) em que a sogra chama suas noras, que eram irmãs e viúvas de dois irmãos e as manda voltar para casa dos pais. Isto implicava em que elas voltassem aos costumes e crenças da família. Uma delas voltou, a outra não, esta era Rute. Ela declarou que o Deus de Noemi (o Deus Verdadeiro) era também o seu Deus. Seguir a Cristo implica muitas vezes em romper com costumes e conceitos familiares, inclusive nas questões religiosas. É difícil, mas vale à pena se quisermos estar prontos para nos encontrar com Deus.

3 - E VOCÊ? ESTÁ SE PREPARANDO PARA SE ENCONTRAR COM DEUS OU NÃO?

Esta é uma pergunta que só você pode responder. Como falamos, é uma questão de escolha, você é quem tem que decidir se tornar um (a) filho (a) de Deus. Ninguém pode tomar esta decisão por você. Porém o próprio Jesus disse: ...”Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, se não for por Mim” (Jo 14.6).

A esperança de todos que obedecem a Deus, que acreditam sem reservas na Sua existência e no seu poder, está na vinda de Jesus, até porque se já estiverem mortos no dia do Senhor, serão ressuscitados I Tess. 4:16); se ainda estiverem vivos, Jesus os levará com Ele (I Tess. 4:17).

Fonte: montesiao



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Propósito Eterno de Deus

Este é um tema básico, fundamental. Devemos receber totalmente em nossos corações as verdades aqui contidas. Não pode ser um mero estudo de uma apostila. Deve tomar conta de todo o nosso ser. Mente e coração devem estar tomados do conhecimento da glória que há no propósito do Senhor.
O propósito (alvo, meta) é que vai direcionar todo o nosso comportamento, trabalho, ênfase, enfoque e maneira de agir. Se quisermos verdadeiramente cooperar com Deus, devemos conhecer bem seus desejos, seu propósito, seu coração.

Tudo o que fizermos, só terá valor eterno, na medida em que cooperar com o propósito de Deus.
1) Um erro muito comum
Por anos, muitos cristãos tem vivido sem conhecer qual é o propósito (objetivo) de Deus para com suas vidas. Muitos tem crido, equivocadamente, que nossa meta como cristãos é chegar aos céus. Baseiam-se para isso em textos como os de I Timóteo 2:3-4; II Pedro 3:9 e ainda João 3:16. Vendo a Bíblia com um enfoque humanista, (isto é, o homem no centro), concluem que o propósito de Deus é a salvação dos homens. Tudo gira em torno do homem e de suas necessidades.

Esta visão equivocada ocorreu porque sempre víamos o propósito de Deus começando com a queda do homem. Sendo assim, como o homem está perdido, a salvação do homem se tornou o centro do propósito eterno de Deus. Aqui estava o erro e aqui devia ser feita a correção. É claro que Deus quer salvar a todos os homens. Isto vemos claramente nos textos de I Timóteo 2:3-4; II Pedro 3:9 e João 3:16. Mas nós não devemos confundir aquilo que Deus deseja com o que é o seu propósito. O propósito de Deus não surgiu com a queda do homem, é algo que já estava em seu coração desde antes da fundação do mundo (Efésios 1:4,11).

Então podemos argumentar da seguinte forma: se antes da fundação do mundo Deus tinha o propósito de salvar o homem, e fez o homem para cumprir este propósito, então Deus é cúmplice do pecado. Deus necessitava que o homem pecasse para poder cumprir o seu propósito. Quando Deus disse: "Não coma deste fruto", na verdade, Ele queria que o homem comesse e pecasse, e ficasse perdido e em trevas, para, então, poder cumprir com seu propósito de salvar os homens.

Tudo isso é uma grande contradição. É claro que Deus quer salvar os homens, mas isto foi necessário por causa da queda. Entretanto, necessitamos conhecer a primeira intenção de Deus, o propósito que Ele tinha em seu coração quando fez o homem, pois seu propósito é imutável. DEUS NÃO MUDOU DE PROPÓSITO POR CAUSA DA QUEDA.

2) Qual a Intenção de Deus ao Criar o Homem?

"Também disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança" (Gênesis 1:26).







a) A intenção de Deus ao criar o homem era de ter uma grande família de muitos filhos à sua própria imagem, e encher a terra com uma família que expressasse a sua glória e autoridade (Gênesis 1:27-28).

b) Como Adão tinha sido criado à imagem de Deus, e cada ser se reproduzia segundo a sua própria espécie, quando Adão e Eva se multiplicassem, reproduziriam filhos a imagem de Deus.

3) Como o Pecado Interferiu ?

Todos nós conhecemos a triste história. O pecado de Adão foi uma intromissão violenta e diabólica no propósito de Deus. Por meio dele o homem se tornou culpado, alvo da ira de Deus, merecedor de castigo eterno, expulso da presença de Deus e sem comunhão com Ele. "O salário do pecado é a morte".

Mas houve uma conseqüência ainda maior. O problema não foi apenas que o homem se tornou culpado diante de Deus, mas também a sua própria natureza se "estragou", se corrompeu. O homem perdeu a imagem de Deus, tornou-se numa outra criatura. Não era mais o mesmo homem, era um homem morto para Deus; inútil para cumprir seu propósito.













Já sabemos que cada ser se reproduz segundo a sua própria espécie. Portanto, quando Adão se corrompeu, toda a sua descendência ficou arruinada. (Gênesis 5:3; Romanos 5:12).

4) Deus desistiu do Seu propósito?

Embora o homem pecasse, Deus não mudou o seu propósito inicial. Deus não tem diversos planos, nem muitos propósitos; não criou um novo alvo, nem abriu mão do que queria desde o princípio.

Deus necessita agora criar uma nova raça, porque todos os descendentes do primeiro homem ficaram inúteis para o seu propósito. Como fez isso?

"O primeiro homem, Adão, foi feito ser vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual e, sim, o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e como é o homem celestial, tais também os celestiais." (I Coríntios 15:45-48).

Pelo nascimento natural (de carne e sangue), pertencemos a raça de Adão, estragada e inútil. Mas pelo novo nascimento nos tornamos participantes da raça celestial.

Adão perdeu a imagem de Deus porque foi rebelde (Gênesis 3:1-7). Jesus, que é a imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15), sempre fez a vontade do Pai (João 4:34), e em tudo lhe agradou (João 8:29), foi obediente até a morte (Filipenses 2:8).

Todo o homem que crê naquele que o Pai enviou (João 6:29), nega-se a si mesmo e toma a sua cruz (Mateus 16:24), perde a sua vida (Mateus 16:25), recebe o senhorio de Jesus Cristo (Romanos 10:9) e se batiza em Jesus Cristo (Marcos 16:16), este se torna uma nova criatura (II Coríntios 5:17), recebe a natureza de Deus (II Pedro 1:4) e recebe a imagem daquele que o criou (Colossenses 3:10).

Toda a glória do plano de Deus havia se perdido no pecado. Mas Deus Pai não desistiu. Qual a sua esperança? "Cristo em vós, a esperança da glória" (Colossenses 1:27).

5) A Salvação é um Meio e não um Fim

A obra redentora de Cristo Jesus é algo tão tremendo, tão maravilhoso, que corremos o risco de vê-la como se fosse o todo. Esta salvação é tão grandiosa que temos a tendência de confundi-la com o próprio propósito de Deus. Mas não é assim.

Jesus Cristo, o admirável Filho de Deus, com sua obra redentora, deu uma nova vida ao homem, restaurando-lhe a comunhão com o Pai. E também deu a Deus os recursos de infinita graça, para que ele continue com o seu plano eterno. A redenção efetuada por Jesus Cristo e encarnada pela igreja, é O MEIO para Deus restaurar todas as coisas, e assim concluir seu propósito.













A redenção nunca poderia ser UM FIM em si mesma, mas apenas UM MEIO de graça para consertar um grande erro. Para Paulo, a redenção nunca foi o propósito de Deus. Ele entendia que o propósito de Deus era a família eterna (Efésios 1:4-5; Romanos 8:28-29). Uma família perfeita em Cristo (Filipenses 3:12-14). Sua obra para o Senhor NÃO CONSISTIA EM BUSCAR APENAS A REDENÇÃO DO HOMEM, MAS EM APRESENTAR ESTE HOMEM A DEUS, RESTAURADO À IMAGEM DE JESUS CRISTO (Colossenses 1:28).

6) Como se Define o Propósito Eterno de Deus Hoje ?

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados SEGUNDO O SEU PROPÓSITO. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem CONFORMES A IMAGEM DE SEU FILHO, a fim de que Ele seja o primogênito entre MUITOS IRMÃOS"
(Rm8:28-29).

Este texto nos mostra com clareza que Deus quer UMA FAMÍLIA DE MUITOS FILHOS SEMELHANTES A JESUS. Vejamos por etapas:

UMA FAMÍLIA. Isto nos fala da UNIDADE. Este é um requisito indispensável para o cumprimento do propósito de Deus. Embora isto não esteja enfatizado no texto acima (nem seria necessário), porque filhos a imagem de Jesus não podem ser brigões e facciosos, está claro em outras passagens como: João 17:20-22; I Coríntios 1:10-12; 3:1-4; 10:16-17; Efésios 2:14-16; 3:15; 4:1-6, 12-16; Filipenses 1:27; 2:1-4.

DE MUITOS FILHOS: Isto nos fala de MULTIPLICAÇÃO.Discípulos fazem discípulos, etc. (Mateus 28:18-20).

SEMELHANTES A JESUS. Isto nos fala da EDIFICAÇÃO. Não é suficiente que sejam muitos; é necessário que tenham qualidade de vida (Efésios 1:4-5; II Coríntios 3:18; Efésios 4:13). Portanto, entendemos que o propósito de Deus envolve a MULTIPLICAÇÃO de vidas que vão ser edificadas em UNIDADE, para crescerem até a ESTATURA DE JESUS CRISTO.

".. até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo"
(Efésios 4:13).

7) Qual a nossa Posição dentro desse Propósito ?

Aquilo que é um propósito no coração de Deus, para nós se constitui num CHAMADO, numa VOCAÇÃO (II Timóteo 1:8-9; Romanos 8:28-29).

Devemos ter os olhos iluminados para compreender nosso chamamento, a fim de que o propósito eterno, seja para nós, muito mais do que um estudo de apostila (Efésios 1:18).

De uma maneira simples definimos a nossa VOCAÇÃO como um CHAMADO para sermos participantes do propósito de Deus e COOPERADORES no seu cumprimento.

Aquele que recebe o propósito de Deus em seu coração, compreende o seu chamamento e torna-se prisioneiro desta vocação (Filipenses 3:12-14).

Devemos andar de modo digno desta vocação (Efésios 4:1-3) e esforçar-nos para confirmá-la (II Pedro 1:10).
Fonte: O Discípulo

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Jesus ou Yehôshua?

Há um grupo de algumas pessoas que tem se levantado para defender o nome hebraico de Jesus alegando que o nome de Jesus é herege e que só há salvação quem proclama o nome de YEHÔSHUA, que é uma grande falta de bom senso. Fazem uma distorção quando empregam versículos como João 1:12 "... deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo, a saber: aos que creem no seu nome". Usar esse versículo num sentido literal é um absurdo não é o nome propriamente dito que está em jogo e sim a essência e a representação que esse nome exerce sobre nossa  vida. Seja YEHÔSHUA, YESHUA o YAHUSHUA, Quero deixar bem claro que no nome de Jesus muitas pessoas tem encontrado grandes milagres aí esses seguidores podem dizer que são falsos sinais, mas deixa vê o que a Bíblia diz ou como eles chamam santas Escrituras em Mateus 12:26 "Ora, se Satanás expulsa a Satanás, está dividido contra si mesmo; como subsistirá, pois, o seus reino?".

Os argumentos usados contra o uso do nome Jesus demonstram desconhecimento da origem deste nome e muita imaginação sem fundamento quanto a sua etimologia. 

Primeiro, a forma latina “Iesus”, que aparece na Vulgata Latina, não foi inventada ou criada por Jerônimo, mas é simplesmente uma transliteração natural do grego Ihsou/j para a escrita latina.

Quanto ao nome grego  Ihsou/j, ele representa a transliteração grega comum do nome hebraico  [;vuwoOhy.(Yehôshua‘ = Josué), ou de sua forma abreviada [;vuy (Yeshua‘ = Jesus). Assim, na Septuaginta (tradução . do Antigo Testamento hebraico para a língua grega), Josué é sempre referido como Ihsou/j (Iesous), o mesmo acontecendo com o nome de Cristo no Novo Testamento grego.

A Septuaginta representa a primeira tradução feita  do Antigo Testamento. Rabinos judeus, no 3º século  a.C., traduziram os escritos do Antigo Testamento (escrito originalmente em hebraico, com algumas porções em aramaico, especialmente no livro de Daniel) para a língua internacional mais falada do mundo de então, o grego.  Os escritos bíblicos assim tornaram-se acessíveis não só aos judeus da Diáspora, que em sua grande maioria não falavam nem entendiam o hebraico nem o aramaico, mas também a todo cidadão do mundo greco-romano de então Os livros do Novo Testamento foram escritos no 1º século A.D., na sua maioria pelos próprios apóstolos de Cristo, ou por pessoas que estavam intimamente ligadas a eles. Ainda que Jesus tenha falado e pregado em aramaico, lido as escrituras em hebraico, e seus discípulos falassem o aramaico, a história dos Evangelhos, do livro de Atos, as cartas de Paulo, Tiago, Pedro, Judas, o Apocalipse de João, foram todos escritos em grego, e todos esses escritos se referem a Cristo como Ihsou/j (Iesous).

Em vista da origem e uso do nome grego Ihsou/j (Iesous), tanto na Septuaginta como no Novo Testamento, é inaceitável, e mesmo um absurdo, a argumentação de que o nome Jesus reflete nomes de deuses pagãos (Júpiter + Esus, para os latinos; Io + Zeus, para os gregos). O autor deste tipo de argumentação desconhece a história da tradução e transmissão do texto bíblico do Antigo Testamento e da composição do texto do Novo Testamento. Foram rabinos judeus, para o Antigo Testamento, e os próprios apóstolos de Cristo, no Novo Testamento, que registraram o nome Ihsou/j (Iesous) no texto bíblico, seguindo as normas linguísticas comuns de transliteração de um nome hebraico para o vernáculo grego. Quando se lê o Novo Testamento em sua língua original, pode-se ver claramente que Paulo, por exemplo, pregava a Palavra de Deus em grego através de boa parte do império romano de então, proclamando a salvação, tanto a judeus como a gentios, em nome de Ihsou/j (Iesous). Seria um absurdo acreditar que Paulo não sabia o que ele estava fazendo, ou que intencionalmente ele estaria referindo-se a deusa Io e a Zeus, blasfemando assim do Messias de Israel e Redentor do mundo.

A etimologia forçada do nome de Jesus, ligando-O a deuses pagãos, não só representa falta de conhecimento da parte daqueles que a formularam, mas aparenta ser o resultado de um esforço preconcebido, deliberado, de encontrar nomes da antiga mitologia greco-romana que pudessem ser combinados, de qualquer jeito, para dar a impressão de que o nome Jesus tem uma origem pagã. Os erros e o modo forçado como os argumentos são apresentados chegam a ser aberrantes. Por exemplo: Por que J representaria Júpiter? Porque desconectar o J da vogal “e” que o segue? Aparentemente para poder ter o nome Esus, o nome de um deus da mitologia celta. Este nome parece ser particularmente atraente pelo fato de ser citado na literatura romana, pelo poeta Lucano, em ligação com dois outros deuses celtas (Teutates e Taranis) dando a impressão de um trindade pagã.

No entanto, um estudo sobre a religião celta e seu relacionamento com a religião e mitologia romanas mostra a fragilidade dessa argumentação. Primeiro, os três deuses celtas citados acima, eram alguns dos mais importantes deuses da religião celta, mas não eram os únicos. O maior e mais importante deus era Lugus e no panteão celta aparece referência a cerca de 400 nomes de diferentes deuses. Assim, a noção de uma trindade pagã adorada pelos celtas e aceita posteriormente pelos romanos é uma ideia que não tem fundamento. Segundo, à medida que os romanos conquistavam novos territórios, eles identificavam seus deuses com os deuses locais, facilitando assim o sincretismo religioso e a aceitação da religião romana pelos povos conquistados. É muito discutível, no entanto, o quanto a crença em Esus, um dos deuses dos celtas, influenciou a mitologia romana. Em verdade, só se sabe que alguns escritores romanos o identificaram com Mercúrio, mas não se pode afirmar que em Roma Esus passou a ser adorado como um deus. Terceiro, a identificação de Esus com Mercúrio (que segundo a mitologia greco-romana era o mensageiro dos deuses, o deus do comércio e da eloquência) não dá apoio algum à argumentação de que Esus era considerado pelos romanos como “o terrível Esus”, o deus dos trovões, do raio e da tempestade. Essas características pertenciam a Júpiter (ou Zeus para os gregos) e não a Mercúrio, e o poeta romano Lucano identificou o deus celta Taranis com Júpiter e não com Esus.

Sem fundamento são as sugestões de que o nome Ihsou/j (Iesous) provém da fusão do nome da deusa Io (a amada de Zeus) com o nome de Zeus, por parte dos gregos, ou que o nome Jesus corresponderia ao hebraico sWsy. (Ye = Deus + Sus = “cavalo”), e que teria sido criado pelos bispos romanos para blasfemar o nome do redentor e o nome de Deus. Como visto acima, o nome Ihsou/j (Iesous) é a transliteração grega normal do nome hebraico [;vuwoOhy.. (Yehôshua‘ = Josué), ou de sua forma abreviada [;vuy. (Yeshua‘ = Jesus). O som de “sh” da letra hebraica v (shin) é sempre transliterado em grego por um s (sigma). Assim, por exemplo, o hebraico hv,m (Moshê) é transliterado em grego por Mwushj (Moysés), de onde vem a forma latina Moisés. O sigma no final do nome Ihsou/j (Iesous) é uma característica natural de certos nomes masculinos em grego (indicando o caso nominativo, a forma básica do nome; o mesmo ocorre com o nome Moisés).  Dizer que sWsy. (Yesus) é o correspondente hebraico de Jesus é desconhecer as línguas bíblicas e a maneira como nomes hebraicos foram traduzidos para o grego na antiguidade.

Além disso, os argumentos usados contra o nome Jesus demonstram ignorância do fato de que esse nome aparece abundantemente na literatura judaica desde o 3º século a.C. até a época de Cristo e dos apóstolos. O historiador judeu Flávio Josefo (35-100 A.D.), por exemplo, faz referência a pelo menos 19 personagens judeus que em sua época tinham o nome Ihsou/j (Iesous). Assim, o nome Jesus nada tem a ver com uma criação dos bispos de Roma, por volta do 4º século A.D., misturando nomes de deuses romanos, celtas, gregos, ou adicionando a palavra hebraica para cavalo ao nome de Deus, a fim de blasfemar contra Redentor e contra Deus. Este nome já existia há pelo menos 600 anos no meio judaico quando Jerônimo (347-420 A.D.) preparou sua tradução da Bíblia para latim, conhecida como a Vulgata.

Ademais, pode-se perguntar se o nome hebraico, ou aramaico, de Jesus teria sido Yehôshua ([;vuwohy),. se Ele teria sido chamado pela forma abreviada Yeshua [;vuy). As duas formas são totalmente plausíveis, no texto da Septuaginta tanto a forma Yehôshua‘ (que quer dizer YHWH é salvação) como Yeshua‘ (que simplesmente significa “salvação”) são transliteradas como Ihsou/j (Iesous). No entanto, deve-se notar que a forma abreviada [;vuy. (Yeshua‘) parece terse tornado a forma mais comum do nome após o exílio babilônico. Já no texto bíblico, por exemplo em Neemias 8:17, o nome de Josué aparece como [;vuy. (Yeshua‘) em vez de [;vuwohy. (Yehôshua‘). Referência é feita a um certo Yeshua‘,filho de Jozadaque, em Esdras 5:2. A forma abreviada Yeshua‘ é abundantemente atestada nos ossuários judaicos do 1º século A.D. encontrados nos arredores de Jerusalém, e em Leontópolis e Tel el-Yehudieh, no Egito.

Tudo isso parece indicar que, nos dias de Jesus, a forma mais usada e popular do nome seria Yeshua‘, e que este teria sido o nome de Jesus, em vez da forma mais arcaica Yehoshua‘.

 O texto do Novo Testamento parece indicar isso também, especialmente através do jogo de palavras que aparece nos textos da anunciação e dos cânticos registrados por Lucas, no seu evangelho. Se o anjo Gabriel anunciou a Maria que o nome do Redentor, que estava para nascer, seria Yeshua‘ (Lc 1:31), que quer dizer “Salvação,” esse nome então aparece repetidas vezes nos cânticos registrados nos primeiros capítulos de Lucas. Assim, por exemplo, quando Zacarias canta em Lucas 1:68-79, nos versos 76-77, ele teria pronunciado o nome de Jesus ao dizer: “Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-Lhe os caminhos, para dar ao Seu povo o  conhecimento de Yeshua‘ (‘Salvação’), no redimi-lo dos seus pecados.” Simeão, também, ao tomar Jesus nos braços, teria dito: “Agora, Senhor, despedes em paz teu servo, segundo Tua palavra; porque meus olhos já viram o Teu Yeshua‘ (‘Salvação’), o qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel” (Lc 2:29-32). O mesmo jogo de palavras parece estar por detrás do texto de Mateus 1:21, onde o anjo do Senhor disse a José: “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Yeshua‘ (‘Salvação’), porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles.”

A questão da letra "J"

É verdade que o j não existe no hebraico, grego e latim. Como, então, aparece essa letra em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados? Porque todas as Bíblias trazem Jeremias, Jacó, Jersusalém, Judá sendo que não existia o J em hebraico? O que aconteceu foi o seguinte: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as escrituras hebraicas para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa língua uma consoante que correspondesse ao yodh do hebraico, e a solução foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous. No hebraico a letra y yud representa tanto o som vogal i como a consoante y. O mesmo acontecia com o latim com as letras i e u. O emprego das letras j e v para representar i e u consonânticos ocorreu na época do Renascimento, foi difundido por Pierre de la Ramée, também conhecido como Petrus Ramus. Foi filósofo francês, reformador da lógica aristotélica, aderiu à reforma protestante em 1561. Morto no massacre que se seguiu à noite de são Bartolomeu. Escreveu instituições dialéticas (1543) e Contra Aristóteles (1543). A expressão "letra Ramista", ficou sendo uma designação comum dada às consoantes j e v, em homenagem a ele, que primeiro as distinguiu das vogais i e u em textos franceses.(©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.) Por isso lemos Jerusalém, e não Yerushalayim; Jeremias, e não Yeremiahu; Jonas, e não Yonah; Joaquim, e não Yehoiacin; e assim por diante. Há tempos, especialistas em hebraico são unânimes em transliterar palavras que começam com a letra hebraica yod (a letra inicial de Yehoshuah), ora com "i" (ou "y"), no caso de substantivos comuns, ora com "j", no caso de nomes próprios. Uma rápida consulta a qualquer léxico, analítico ou gramática de hebraico bíblico confirma esta afirmação.

Fonte: Revista Teológica do SALT-IAENE, 1999:1 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A cruz do passado, e a cruz do presente


O parentese profetico

Silenciosamente e sem que se apercebesse, uma nova cruz apareceu nesses tempos modernos tomando conta dos círculos evangélicos. É muito parecida com a velha cruz, mas só na aparência, porque é diferente: A semelhança é superficial, e a diferença fundamental. Dessa nova cruz apareceu uma nova filosofia de vida cristã e a partir dessa nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica, um novo tipo de culto e de pregações. Esse novo evangelismo usa a mesma linguagem que o antigo, mas seu conteúdo já não é o mesmo e suas ênfases não são iguais ao velho evangelho.
A velha cruz não estava engajada com o mundo. Para a velha carne adâmica ela significava o fim de uma jornada. Carregava consigo a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana, ao contrário, é uma amiga e, se bem compreendida tornou-se a fonte de bem-estar, de beleza e de inocentes prazeres mundanos. Ela permite que o Adão viva sem interferências. As motivações de sua vida continuam a mesma; o homem não muda. Continua a viver para seu próprio prazer, com a diferença de que agora se deleita em cantar hinos e de ver filmes cristãos – os quais se tornaram substitutos das músicas do mundo e das bebidas. A tônica de sua vida continua o prazer – um prazer num nível mais elevado e intelectualizado.
A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística totalmente diferente. O novo evangelho não exige que a pessoa renuncie à vida de pecado para poder receber uma nova vida. Ele não aborda os contrastes, mas as similaridades. Faz questão de mostrar ao seu auditório que o cristianismo não faz exigências e demandas desconfortáveis, ao contrário, oferece o que o mundo dá, apenas num nível superior. Os glamoures do mundo são substituídos pelos glamoures da nova religião que é um produto bem melhor.
A nova cruz não sacrifica o pecador, apenas o redireciona. Ela o conduz por uma vida mais limpa e alegre e preserva sua auto-reputação. Para o auto-determinado diz: Venha e tome uma determinação por Cristo. Ao egoísta proclama: Venha e se alegre no Senhor. Para o aventureiro, diz: Venha e descubra a aventura da comunhão cristã.
A mensagem cristã segue a moda em voga para ser aceitável ao público. A filosofia por trás dessa cruz pode até ser sincera, mas a sinceridade não encobre sua falsidade. É falsa porque é cega. Perde de vista completamente o sentido da cruz. A velha cruz é símbolo de morte. Está ali para dizer ao homem de forma violenta que sua vida chegou ao fim. No império romano quando alguém passava pelas estreitas ruas carregando uma cruz, já havia se despedido de todos os amigos. Não podia voltar atrás. Tinha de seguir até o fim.
A cruz não permitia acordos, nada modificava e nada preservava. Ela matava o homem completamente e para seu bem. A cruz não fazia acordos com sua vítima; ela agia de maneira cruel e dura, e quando sua tarefa terminava, o velho homem deixava de existir. A raça adâmica está condenada a morrer. Não há comutação ou substituição da pena nem escape.
Deus não aprova nenhum dos frutos do pecado, por mais inocente ou belo que pareçam aos olhos do ser humano. Deus salva o homem liquidando-o completamente pra depois ressuscitá-lo a um novo estilo de vida. A evangelização que traça paralelos amistosos entre os caminhos de Deus e do homem é falsa, anti-bíblica e cruel para as almas dos ouvintes.
A fé de Cristo não anda paralela com o mundo; ela o intercepta. Ao nos achegarmos a Cristo não elevamos nossa velha vida a um plano maior; nós a deixamos na cruz. O grão precisa ser enterrado e morrer, antes de ressurgir uma nova planta. Nós os que pregamos o evangelho devemos deixar de lado a ideia de que somos agentes do bom relacionamento de Cristo com o mundo. Não podemos alimentar a ideia de que fomos comissionados para tornar Cristo agradável aos grandes homens de negócios, à imprensa, à mídia, ao mundo dos esportes e da cultura. Não somos diplomatas; somos profetas, e nossa mensagem não é uma aliança, um acordo, e sim um ultimato.
Deus oferece vida, mas não a improvisação da velha vida. A vida que ele oferece é vida que nasce da morte. É uma vida que se posiciona ao lado da cruz. Todos os que a querem têm de passar sob a vara. Precisam negar-se a si mesmo aceitando a justiça de Deus sobre sua vida. O que dizer de uma pessoa condenada que encontra vida em Cristo Jesus? Como essa teologia pode ser aplicada à sua vida? Simples: O homem tem que se arrepender e crer. Ele precisa deixar para trás seus pecados e depois sentir-se perdoado. Não pode encobrir coisa alguma, defender-se e escusar-se.
O homem não pode tentar fazer acordos com Deus, tem que baixar a cabeça ante o descontentamento divino. Deve reconhecer que está disposto a morrer. Depois, espera e confia no Senhor ressuscitado, porque do Senhor vem a vida, o renascimento, a purificação e o poder.
A cruz que deu fim à vida terrena de Jesus põe fim ao pecador; e o poder que ressuscitou a Cristo dos mortos, agora ergue o pecador para sua nova vida com Cristo. Àqueles que fazem objeção a esse fato ou acham que é um ponto de vista estreito e particular da verdade, é preciso dizer que Deus estabeleceu sua marca de aprovação dessa mensagem dos dias de Paulo até hoje. Ditas ou não com essas mesmas palavras, este tem sido o conteúdo de todas as pregações que trouxeram vida e poder ao mundo ao longo dos séculos. Os místicos, os reformadores e os avivalistas deram ênfase à cruz, e sinais, milagres e maravilhas de poder do Espírito Santo são testemunhas da aprovação de Deus.
Será que nós, os herdeiros desse legado de poder podemos contender com a verdade? Será que podemos com nossos lápis (escritos) apagar a marca registrada ou alterar o modelo que nos foi mostrado no monte? Que Deus nos proíba! Preguemos sobre a velha cruz e conheceremos o velho poder.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Estudo revela novos indícios sobre ressurreição de Jesus


Nova York, 28 fev (EFE).- Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.
"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira à Agência Efe o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.
Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.
Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".
"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".
O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.
Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.
Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.
Fonte: Yahoo Notícias

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pregando o Cristo crucificado

O apóstolo Paulo descreve seu ministério de pregação nas cidades da Galácia como um cartaz público do Cristo crucificado. É claro que os gálatas não haviam presenciado a morte de Jesus. Nem Paulo. Mas através da pregação da cruz, Paulo trouxe o passado ao presente, tornando o evento histórico da cruz uma realidade contemporânea. Consequentemente, os gálatas podiam visualizar a cruz e entender que Cristo havia morrido por seus pecados, e então ajoelhar-se diante da cruz, humildemente, para receber de suas mãos o dom da vida eterna, totalmente gratuita e imerecida.

Porém, a mensagem da cruz, como Paulo explicou mais tarde em 1 Coríntios, é uma pedra de tropeço para o orgulho humano, pois afirma que não podemos alcançar a salvação pelas nossas obras. Não verdade, não podemos sequer contribuir para a nossa salvação. A salvação é um dom de Deus, sem absolutamente nenhuma contribuição de nossa parte. William Temple disse:

“Minha única contribuição para a redenção é o meu pecado que precisa ser redimido”.

È nesse sentido que Paulo contrasta a si mesmo com os falsos mestres, os judaizantes.Eles pregavam a circuncisão (expressão usada pelos apóstolos para designar a salvação pela obediência à lei) e assim escapavam da perseguição por causa da cruz (Gl 6.12). Ele, por outro lado, pregava Cristo crucificado (a salvação através de Cristo somente) e assim estava sempre sujeito a perseguição (Gl 5.11).

Os evangelistas da atualidade têm diante de si esta mesma escolha. Ou agradamos as pessoas dizendo o que elas querem ouvir (sobre a capacidade de salvar a si mesmas) ou dizemos a verdade que elas não querem ouvir (sobre pecado, culpa, juízo e cruz). Podemos escolher entre deixá-las satisfeitas ou despertar a sua hostilidade. Em outras palavras, ou somos infiéis e conquistamos popularidade, ou corremos o risco de nos tornarmos impopulares por causa da nossa fidelidade. Não creio que é possível ser fiel e popular ao mesmo tempo. Paulo sabia que precisava tomar uma decisão. Nós também precisamos.

Nele, que triunfou na cruz


fonte: Gospelprime

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Um Filho Que Nasceu

Lucas-2.0-1:7

Nesta noite estamos comemorando o natal. Um dia festivo. Um dia onde as pessoas mostram solidariedade. Ajudam os necessitados. As casas ficam enfeitadas com as árvores e lâmpadas. Época em que as pessoas dão e recebem presentes. Papai Noel é a figura central do natal. As lojas usam a figura de papai Noel para venderem muito. As pessoas se alegram com essa festa bela. Porém, o verdadeiro sentido do natal é distorcido. Quase todas as pessoas não sabem o verdadeiro significado do natal. As pessoas lembram e aprendem muito sobre o natal. Mas um natal falso. Um natal contrário a palavra de Deus.
O natal é uma festa para os cristãos e não para os descrentes. Essa data só tem significado para os cristãos. Só para os cristãos é motivo de alegria. Para os descrentes é mais uma data festiva. Onde eles podem beber, se prostituir e muito mais. Mas para nós tem um significado essa data tão especial. E qual é esse significado?
Nessa noite vamos olhar na palavra de Deus e ver qual o significado do natal bíblico.
Eu vos proclamo a palavra de Deus no seguinte tema:

1.Na época do imperador César Augusto.

Maria estava grávida de seu filho primogênito. Esse primogênito será chamado Filho de Deus (Lc 1.35). Ele quando nascer salvará o seu povo dos pecados deles (Mt 1.21). Ele é aquele que reinará para sempre. O qual outrora fora prometido por Deus. Agora falta pouco tempo para se cumprir. Maria está grávida, faltando pouco tempo para dá a luz ao menino. Mas em que época José e Maria viviam?
A época é a do imperador romano César Augusto. Ele decretou que a população do império tinha que se recensear (Lc 2.1). Esse recenseamento foi uma obra muito grande. Porque o império romano era imenso. O império romano dominava quase todo mundo então conhecido da época. Então, esse imperador quer alistar o povo para facilitar a cobrança de imposto. Assim ele poderia aumentar seu poder e império.
Quem era César Augusto? O que sabemos sobre ele? César Augusto começou a reinar após a morte de seu tio-avô, Júlio César, no ano 27 a.C. até o ano 14 d.C. Ele foi um sábio administrador e famoso organizador, especialmente de suas forças militares e de sua guarda pessoal. Como imperador ganhou muitas batalhas e conquistou muitas terras para seu império. Ele foi um grande imperador! Ganhou muitas batalhas. Sendo estimado por muito. Como administrador foi magnífico! Criou um sistema de governo que seus súditos o respeitavam. Ele foi até chamado de “rei benevolente” e ainda “o pai de seu país”.
Não estou dizendo que ele era quase um cristão! Longe disso! Ele era um pagão! Um descrente convicto! Ele adotou para si o título de Augusto, que quer dizer: MAJESTOSO, SUBLIME, SUPREMAMENTE REVERENCIADO. Ele se apossou indevidamente do título do Messias. Muitas pessoas achavam que ele era o próprio Messias. Aquele que iria colocar todos os reinos do mundo debaixo do seu poder. Ele também aceita o título de SUMO SACERDOTE, ou seja, cabeça de todo culto religioso. Ele próprio é um anticristo. Ele está trabalhando contra Deus.
Esse era o cenário histórico. A figura do Messias se popularizou. O título agora é usado para um imperador pagão declarado. O Cristo que há de nascer está se transformando em lenda ou no próprio César Augusto. O povo transforma-o no Messias prometido por Deus. O imperador se considera o salvador do povo. Aquele que está salvando o povo. Ele é chamado por muito de salvador! Uma realidade dura para os israelitas que criam que só Deus é Seu Salvador. Só Deus tem poder para fazer tal coisa.
O imperador quer colocar todos debaixo do seu poder. Por isso ele decreta o recenseamento. Ele quer saber quem são as pessoas do seu império. Onde moram; quanto ganham; se tem propriedade; quantos filhos e etc. Desse modo todos pagariam impostos e conseqüentemente se tornariam servos do imperador. Um imperador pagão que quer ser deus. Ele quer governar tudo. Mas não quer saber nada de Deus. Ele se acha o todo poderoso.
Porém, apesar de seu poderio, Augusto, estava fazendo a vontade de Deus. Com esse domínio do império romano, tornou possível a José e Maria fazerem essa viagem até Belém. Uma viagem de 140 quilômetros. Assim, Deus mostrou ao mundo que só Ele é soberano. Só Ele controla e governa todas as coisas. Só Ele é Deus. Só Ele merece toda honra e toda glória. Só Ele merece ser louvado e cultuado. Ninguém mais merece culto perene. Só existe um único Deus que salva e este é o Deus dos céus e da terra. Que criou e mantém tudo debaixo do seu poder.

2.Na cidade de Belém.

Irmãos, Deus usou aquele imperador romano para cumprir a sua promessa. Promessa esperada pelo Seu povo. Deus já tinha dito até a cidade que o Cristo deveria nascer. E qual foi a cidade escolhida? Não foi a cidade santa, Jerusalém. Aonde o rei reinava. A cidade que os judeus estavam esperando vim o Messias. Mas a escolhida foi a cidade de Belém! Belém era uma pequena cidade em uma colina. Ela ficava uns oito quilômetros de Jerusalém. Era uma cidade pobre, insignificante. Uma cidade onde o vento fazia a curva. Era igual à algumas cidades aqui do nordeste. Sem o mínimo de desenvolvimento. Mas, foi lá, naquela cidade desprezada pelo mundo, que Deus decidiu que seu Filho nasceria. Veja só o que diz o verso 4: “José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi”. Mas, por que é chamada de cidade de Davi? Porque foi lá que o grande rei Davi nasceu e cresceu. Foi naquela cidade pequena que nasceu o homem segundo o coração de Deus. E José sendo descendente direto de Davi deveria se alistar naquela cidade.
Faltava pouco tempo para a promessa feita a Davi se cumprir. Seu descendente irá reinar no seu trono. Deus prometeu e irá cumprir o que prometera. Assim a casa real terá o seu herdeiro.
O local é o indicado por Deus. A cidade de Belém. A promessa de Miquéias 5.2, enfim irá se cumprir. “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Essa profecia se cumpriu em Jesus Cristo, quando nasceu em Belém. As promessas de Deus podem demorar muito tempo para se cumprir. Mas tudo se cumpre quando Ele quer e determina. Ele nunca falha. Isso podemos ver na cidade escolhida por Deus. Uma cidade insignificante, desprezada, mas objeto de uma grandiosa obra de Deus. Deus escolhe as coisas que o mundo despreza, para envergonhar o mundo.

3. Na humilhação.

O Filho de Davi nasceu. Depois de nove meses, Maria dá a luz o filho de Davi. O descendente do trono de Davi. Aquele que vai apascentar o povo de Deus. Essa é a promessa de Deus. Mas, onde se espera que nasça um príncipe? Não é em um palácio? Rodeado de riquezas, de empregados para fazerem o parto? O príncipe nasceu. Aquele que vai reinar sobre Israel, mas não foi em berço de ouro. Foi em uma manjedoura. Um cocho aonde se coloca comida para os animais. Ele nasceu contrariando as expectativas do povo. O povo esperava um Messias que fosse um líder político para expulsar os romanos. Mas em vez disso, nasce um Messias rejeitado pelo mundo. Ele nasce em uma estrebaria, porque não havia lugar para ele na hospedaria. A hospedaria está lotada com os soldados romanos. Eles não querem ceder um espaço para os pais do Messias e por fim, ao próprio Messias! O único lugar que resta é na estrebaria com os animais. As pessoas rejeitaram o Messias até mesmo antes de nascer.
É lá, naquela estrebaria que Maria dá a luz ao nosso Salvador. Não há nada de romântico no nascimento de Jesus. As pessoas fazem um presépio colocando José, Maria e o menino Jesus alegres com os animais. Colocando muitos enfeites, deixando tudo bonito. As pessoas olham e vêem uma família abençoada e feliz.
Porém, a situação é totalmente contrária. Imagine um local onde se coloca animais. Cheio de estercos e moscas. Com um mau cheiro no ar. Um lugar onde só tem o teto para se proteger do sol e da chuva. Um lugar a beira da estrada. Quando os homens passam em suas montarias, enche de poeira o local. Sem energia elétrica. Sem conforto para os pais e o menino. Ninguém para ajudá-los. A única coisa que Maria pode fazer é enfaixar o menino para proteger seus ossos e das moscas. A única coisa que não foi enfaixado foi o rosto para poder amamentá-lo. José, só pode pegar um pouco de palha e colocar na manjedoura, para Maria colocar o nosso Salvador.
Humilhação! Humilhação! Esta é a palavra correta para descrever a encarnação de Jesus Cristo. Ele se humilhou se fazendo igual a nós, mas sem pecado. Ele quis ser nosso irmão! Ele veio para servir e não para ser servido. Ele veio para sofrer! Quando Jesus crescer, irá ser “varão de dores e familiarizado com a aflição”. Agonias indescritíveis irá ser sua porção. No entanto, no céu uma voz irá ressoar: “Tu és meu Filho, meu Amado; em ti me agrado”.
Quem no dia de natal está fazendo aniversário? Papa Noel? Uma tradição humana? Uma fantasia, uma mentira? Uma figura do marketing? Papai Noel no dia de natal é quem é lembrado. As pessoas desconhecem o que é o natal. E vocês irmãos, estão aqui hoje à noite para que? Vocês sabem o que realmente significa o dia de natal?
O natal é a época em que comemoramos o nascimento do Salvador. É o dia que Ele se humilhou e habitou entre nós. “Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico se fez pobre por amor de vocês, para que, por meio de sua pobreza, vocês se tornassem ricos”.
Este é o sentido do natal:
Por mim, querido Jesus, foi tua encarnação,
Tua dor mortal e o sacrifício de tua vida;
Tua morte de angústia e tua amarga paixão,
Para minha salvação.
Jesus nasceu no dia de natal para salvar pecadores perdidos. Pecadores que se arrependem de seus pecados e servem a Ele. O nascimento de Jesus só tem sentido para aqueles que reconhecem de todo coração, Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Em Jesus Deus habitou entre nós aqui na terra. Cristo se esvaziou para habitar entre nós e morrer por cada de cada um de nós. Ele deixou os braços do Pai para vir a terra. Para cumprir a promessa. Ele próprio é a promessa de Deus. Ele próprio é a boa nova de Deus para nós.
Jesus nasceu em um mundo corrompido para mostrar o amor de Seu Pai. Encarnou-se e se fez pobre. Tudo isso para que pudéssemos ter a salvação Nele. Hoje nós comemoramos a vinda do Salvador de nossas vidas. Por isso o dia de natal é tão importante para todos nós. Porque nesse dia sabemos que o nosso Salvador nasceu para que tenhamos a salvação e a vida eterna.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Primeiro Natal

“E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da
milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus
nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem
ele quer bem. E, ausentando-se deles os anjos para o céu,
diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e
vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a
conhecer.” Lc 2: 13 a 15

A data não é precisa, mas o fato é. Não sabemos o dia exato que
a multidão da milícia celestial apareceu aos pastores no campo,
mas sabemos que foi real e conhecendo o poder de Deus,
podemos imaginar o quanto foi lindo este momento.Foi um
maravilhoso coral com vozes angelicais que, com júbilo e doçura
confirmou o anúncio que o anjo do Senhor fizera segundos antes.
“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa nova
de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje
vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o
Senhor.” Lc 2. 10 e 11.
A notícia foi única e cheia de esplendor. Nasceu o Messias, o
Salvador.
Esta notícia mudou o mundo, não só no calendário, muito mais
que isso. Mudou a esperança e os desígnios da humanidade.
Não estamos mais condenados à morte eterna. O Salvador se
encarnou, veio até nós e vimos a sua Glória. A Glória do Pai. O
texto diz que a notícia era para todo o povo. Significando que
todos se beneficiam deste fato pela fé. Os que creem.
Lemos também que os pastores (os que ouviram), tomaram uma
atitude: Foram verificar os acontecimentos. E viram o Salvador.
O natal, todos os anos, desde o primeiro, é o melhor momento
para anunciarmos este grande fato da história. O Salvador veio
ao mundo e com um propósito. Aleluia! Toda a terra fique alegre.
Todos os povos jubilem!
Vamos anunciar este grande feito e fazer parte da multidão da
milícia celestial. Jesus é real!
FELIZ NATAL!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Arrebatados, que loucura!

"Pois se cremos que Jesus morreu e ressuscitou,assim
também Deus, mediante Jesus,trará juntamente
em sua companhia os que dormem."
1 Tessalonicenses 4.14

Essa fé deve caracterizar nossa vida hoje e agora!
Como sucederá o arrebatamento? O que
acontecerá naquele instante? Paulo diz:
"...depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos
arrebatados juntamente com eles, entre nuvens,
para o encontro do Senhor nos ares..."
Imagine isso na prática! De todos os recantos e
dos confins da terra, as pessoas serão arrebatadas,
e todas seguirão na mesma direção: ao encontro
de Jesus vindo nas nuvens do céu!: "...e
assim estaremos para sempre com o Senhor." O
arrebatamento, portanto, vem do Senhor. Ele é a
fonte de poder. Ele ignora a morte. Porque estamos
em Jesus é que seremos transformados e
iremos ao Seu encontro. O centro do arrebatamento
é o Senhor ressurreto – Ele somente!
Você está deixando que Ele, o Senhor, domine e
governe totalmente a sua vida? Será que você
pode fazer suas as palavras de Paulo, e testemunhar
como ele o fez quando falou do caminho
da renúncia do "eu", para que a vida que vem de
Deus possa agir de maneira proporcionalmente
eficaz em você tornando-o apto para o arrebatamento?
Paulo formula essa questão da seguinte
maneira na carta aos coríntios: "...levando sempre
no corpo o morrer de Jesus para que também
a sua vida se manifeste em nosso corpo."

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Jesus não mudou

"E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades. Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor." Mateus 9.35 e 36.

Amados, em um mundo onde ocorrem tantas mudanças, como é gratificante e maravilhoso saber que Jesus não mudou e não mudará. As pessoas mudam de opinião, mudam de emprego, mudam de partido político,mudam de posicionamento a respeito de determinados assuntos, mudam decasa, e por ai vai.

Jesus era alguém que enxergava o que acontecia a sua volta, não era uma pessoa centrada em si mesma, e muito mais do que isto, ele conseguia fazer uma leitura do que se passava com as pessoas ao seu redor, conhecia o lugar onde caminhava, tinha convívio com as pessoas, conhecia-lhes a necessidade. Gostaria de perguntar-lhe, quais são as suas necessidades? Será que você não está tendo um comportamento como o das multidões citadas no texto acima? Não estamos nós hoje aflitos e exaustos, andando de um lado para outro como ovelhas que não têm pastor?

A inquietação e o cansaço são males que assolam nossa geração.Quanto mais inquietos estivermos, mais nos cansamos, e quanto mais cansados mais inquietos estaremos. Parece uma frase filosófica, bonita, mas não, infelizmente é uma dura realidade. Entramos num estágio onde a medicina com todo o seu conhecimento não consegue nos ajudar, senão nos entorpecera base de medicamentos. Mas muitas pessoas percebem que apesar de seus corpos estarem anestesiados, seu espírito está alerta e inquieto, trazendo um cansaço extremo.

Pois bem, quero lhe dizer que o mesmo Jesus que agiu no passado trazendo alívio e descanso para as multidões, ama você e quer dar um basta neste estado crítico em que você vive, somente ele pode harmonizar nosso interior, pois disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou! Maravilhoso,verdade? Não precisamos comprar a paz, ele nos da gratuitamente. Éimperioso que hoje mesmo você tenha um encontro com Ele. Sei que você derepente não crê pois só consegue ver coisas negativas ao seu redor, mas creio ter chegado a hora de experimentar o quanto Jesus é real. O que você precisa? Quais suas necessidades? Peça a ele para intervir em sua vida e você certamente verá como e quanto ele é o que diz ser.