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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Perdão, Devo Praticar?



“Tu és bondoso e perdoador, Senhor, rico em graça para com todos os que te invocam”.   Salmos 86:5

Introdução :

Perdoar é um dos atos básicos da fé cristã, pois, a nossa entrada na vida que Jesus Cristo nos ofereceu, só foi possível porque recebemos perdão de nosso Deus e Pai. Ele nos perdoou, mediante a obra de seu Filho feita na cruz, em nosso favor. Amor e perdão sempre caminham juntos.

 “Deus é amor”, é a mais formosa definição que a Bíblia apresenta. E a maior prova do seu amor para conosco foi perdoar todos os nossos pecados. Porque ele nos ama ele nos perdoou. Perdoar é um atributo de Deus.

Perdoar é um mandamento da Palavra de Deus. Não é um sentimento, nem depende de nossa vontade ou emoção. A Palavra declara: “sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo vos perdoou” (Efésios 4.32); “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, casa alguém tenha queixa contra outrem. Assim como o Senhor nos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3.13).

Quando Deus nos perdoou, pôs um fim à situação desastrosa em que nós nos encontrávamos, pois, estávamos condenados à morte como consequência do nosso pecado de desobediência. Ele nos chamou para uma nova vida, onde o amor e o perdão sempre têm a sua máxima expressão. Perdoada a nossa ofensa, o relacionamento amoroso que nos une ao Pai Eterno foi restaurado. Diante desse ato de misericórdia e amor imerecido devemos, do mesmo modo, estender perdão a todo aquele que nos ofender. O perdão de Deus deve gerar em nosso coração o desejo de perdoar incondicionalmente, tal com ele fez conosco.

Perdoar significa deixar de considerar o outro com desprezo ou ressentimento. É ter compaixão, deixando de lado toda a ideia de vingar-se daquilo que foi feito ou pelas consequências que sofremos.

A base sobre a qual exercitamos o perdão

A base para o ato de perdoar é o completo e livre perdão que recebemos do Pai. Assim como ele nos perdoou, nós perdoamos. Como filhos de Deus o perdão que expressarmos, deve ser análogo ao seu perdão “perdoando-vos uns aos outros como, também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4.32), ensina o apóstolo. É inconcebível viver sob o perdão de Deus sem perdoar ao próximo.

Quando Jesus ensinou os seus discípulos a orar, ele colocou um pedido ao Pai: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado os nossos devedores” (Mateus 6.12). É esse espírito de perdão que deve permanecer em nós. Se o Pai, antecipadamente, nos perdoou, quando não éramos merecedores, em gratidão ao seu amor perdoador, nós devemos, também, perdoar aos que nos ofendem. O perdão deve uma característica do nosso viver cristão. Se o amor perdoador de Cristo foi sacrificial, ele se deu por nós, da mesma forma o nosso amor deve se expressar dando-nos, em amor, por aquele que nos ofendeu.

Quando devemos perdoar

Há dois momentos, em especial, que o perdão deve se expressar:

(1) No momento em que fomos atingidos - injuriados, maltratados, ofendidos, perseguidos, etc. O exemplo de Estevão mostra que ele perdoou no mesmo momento da agressão recebida (Atos 7.60) “Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. Apedrejado até a morte, ele não pensou em si, pensou na situação dos agressores diante de Deus perdoou-os e rogou por eles. Eis, aí manifesto o mais elevado e magnífico espírito cristão de perdão. Este primeiro mártir da fé cristã imitou o Senhor Jesus que orou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34).

(2) Quando aquele que ofendeu pede perdão – Devemos estar preparados para perdoar, tão logo nos for solicitado o perdão. Deve ser uma atitude imediata e sem guardar ressentimento algum. Isso se expressará mais fácil na medida em que amadurecemos em nossa vida espiritual. O perdão tem de ser um ato de nossa vontade disciplinada. Ele não é um sentimento, nem é facultativo. Ele resulta de colocar a nossa vontade sob a vontade de Deus.

Quantas vezes devemos perdoar

Essa foi a pergunta que Pedro fez a Jesus. A resposta do Senhor trouxe algo novo, demonstrando que já não estamos sob a Lei, estamos sobre a Graça de Deus. “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18.21,22). Se a Lei determina um número de vezes para perdoar, o Evangelho de Cristo não determina números, determina a aplicação do amor em grau infinito.

Condições para recebermos perdão

Perdoar para ser perdoado é o ensino de Jesus:

 - “se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. (Mateus 6.15).
- “Assim também meu Pai celeste vos fará, se no íntimo não perdoardes cada um ao seu irmão” (Mateus 18.35).
- “E, quando tiverdes orando, se tendes alguma cousa contra alguém, perdoai, para que o vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11.25).

O perdão "a" nós mesmos

Muitas vezes, antes de podermos perdoar os outros, devemos perdoar a nós mesmos. Habitualmente somos mais duros conosco do que com os outros. Devemos recordar que Cristo nos perdoou. Mateus 22.39 nos ensina: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Precisamos sentir que ele nos ama e já nos perdoou. Para que isso ocorra, devemos lembrar a posição em que Deus já nos colocou: “nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2.6). Precisamos nos ver como somos aos olhos de Deus e não segundo os nossos incorretos sentimentos. Em Cristo está a nossa vitória.

Valor do Perdão

Perdoar é essencial ao nosso bem estar interno e ao testemunho externo da igreja. Sem esta prática as ervas daninhas da amargura, do ódio e do ressentimento impedirão de que representemos ao mundo, integralmente, o caráter de Jesus o nosso Senhor e Salvador. 

Fonte: estudosbiblicos

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Precisamos de profetas de Deus

Quando voltamos nossos olhares para o passado vemos que Deus sempre contou com os profetas na sua seara e não diferente do passado ainda hoje Deus se utiliza de homens compromissados com sua palavra, mas como surgiram os profetas? E o que é preciso para se tornar um?

O profeta é aquele que recebeu uma unção da parte de Deus, quando comparamos um profeta com um sacerdote, logo enxergamos a diferença, o sacerdote ouvem os problemas e dúvidas do povo e leva a Deus, já o profeta recebe diretamente de Deus para passar aos homens como um canal direto. Deus utiliza o profeta para entregar uma mensagem da sua parte para uma pessoa ou grupo.

O ministério profético não cai de paraquedas é um chamado de Deus, é o próprio Deus que enche de unção, é Deus que derrama o óleo e não o homem. O sacerdote é reconhecido por ter sido ungido por alguém, mas o profeta é reconhecido com o tempo, pelos frutos que apontam para esse chamado.
Hoje em dia nós temos observado muita gente que se diz profeta e isso vem crescendo muito nos dias atuais, o problema é que muitos desses que se dizem profetas, são apenas oportunistas, que visam honra e dinheiro. Quando estudamos a bíblia fica fácil identificar esses charlatões.  

Era frequente encontrar esses falsos Profetas tanto do Antigo Testamento como no Novo Testamento, pois pareciam homens que tinham intenção de falar em nome de Deus, mas não tinham autoridade para tal empreendimento, pois não tinha recebido do Senhor mensagem alguma. O profeta Isaías os apresenta como profetas “que ensinam mentiras” (is 9.15) e também Jeremias disse a respeito deles que “profetizam falsamente” (Jr 5.31).

Quando Deus tem  um  recado  para  nós  ele  envia  seus  profetas  para  falar  algo que  não  sabemos e não uma mensagem positivista. Não somos nós que vamos ao profeta é Deus que envia ele a nós, porque tem pessoas que não vivem sem receber uma profecia, dependem disso, como um incrédulo depende do horóscopo. Temos que lembrar que nós temos a melhor das profecias ao nosso alcance a palavra de Deus, ela sim não deixa dúvidas e exorta seu povo. Claro que não vamos ficar descrentes em relação aos profetas, eles ainda são levantados hoje, sim, mas tenha cuidado com os oportunistas, que atiram uma granada com milhares de estilhaços, na intenção de pelo menos acertar um ou dois, e isso não é profecia, é profetada.  

Por: Apolônio Alves

terça-feira, 3 de julho de 2012

Corrupção nas igrejas evangélicas



Recentemente, líderes cristãos vem debatendo sobre a possível existência de corrupção dentro das igrejas evangélicas no Brasil. Alguns deles apontam ainda a ligação com o narcotráfico.

Um dos casos que têm sido apontado se relaciona com a igreja Deus é Amor (IDPA), cujo líder e fundador é David Miranda. As denúncias começaram por um ex-funcionário da igreja em 2000 de que lideranças da igreja teriam envolvimento com o narcotráfico. Recentemente, Guillherme Filho Prado deu entrevista à Rede Bandeirantes para relatar o envio de dinheiro não declarado ao exterior e um esquema de lavagem de dinheiro.

Contudo, alguns encontraram contradições nas declarações de Gilherme além de não apresentar provas concretas sobre suas denúncias. Segundo o advogado da IPDA, o ex-contador estaria tentando extorquir a igreja e que nenhuma condenação foi imposta à cúpula.

Outras igrejas a sofrerem acusações são a igreja Mundial do Poder de Deus, em que houve prisões de pastores acusados de tráficos de armas; e a igreja Universal do Reino de Deus, com denúncias de que a Rede Record de Televisão, pertencente ao fundador da igreja, Edir Macedo, teria sido fundada com dinheiro oriundo do narcotráfico. Os casos, entretanto, não estão totalmente esclarecidos.

Um professor de ciência da religião Paulo Romeiro abordou o assunto sobre a corrupção nas igrejas brasileiras em uma palestra no programa “Academia em Debate” da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e apontou que a corrupção tem se tornado muito forte no contexto evangélico brasileiro.

Ele confirma o destaque para as igrejas neopentecostais, dizendo que se tornaram “criativas” no levantamento de fundos. Apesar de não ser contra a arrecadação de dinheiro pelas igrejas, ele diz que existe corrupção e ela vem a partir de uma questão cultural.

“A corrupção está nas entranhas da sociedade brasileira, nós vivemos em uma nação extremamente corrupta de cima a baixo, se você observar bem todos os poderes da nação estão contaminados pela corrupção, todos eles, não são apenas políticos, os juízes, os governantes, mas a sociedade em geral”.

Para ele, a igreja brasileira se distanciou da palavra de Deus, “sem a pregação da cruz, sem valores cristãos sendo pregados”.

“Tudo que você encontra hoje é autoajuda, sucesso e isso é muito complicado, as pessoas continuam ajudando por causa disso”.

O apologista Johnny Bernardo, do Instituto de Pesquisas Religiosas ( INPR) no Brasil questiona em seu blog se as igrejas estariam realmente envolvidas com o narcotráfico, descrevendo parte do quadro atual das denúncias bem como as denominações envolvidas. Segundo ele, tais envolvimentos são parte de um problema generalizado, citando as outras igrejas e denominações, cujos nomes estão ligados à corrupção.


Fonte: The Christian Post

sábado, 16 de junho de 2012

As dez virgens


Enquanto a primeira parte do capítulo 24 de Mateus trata da vinda do Messias e Rei para Israel no final da grande tribulação, o capítulo 25 fala de sua vinda em relação aos que professam crer nele, tanto falsos como verdadeiros. Se você se lembra de tudo o que vimos sobre o Reino dos céus, verá que esta parábola também começa se referindo a esse Reino de um Rei que está ausente.
As dez virgens não representam a Igreja no singular, como a noiva, pois isso só seria revelado mais tarde ao apóstolo Paulo. Não representam tampouco um casamento poligâmico. A noiva, única e perfeita, formada apenas por aqueles que são genuínos, não aparece aqui como tal. As dez virgens representam o testemunho individual daqueles que professam crer em Jesus. Todas elas têm uma lamparina, dessas que funcionam com óleo ou azeite. Na Bíblia, a candeia ou lamparina aparece como símbolo de testemunho.
Você se lembra do capítulo 5, quando Jesus chamou os discípulos de “luz do mundo”? Pois é, quem acendesse uma candeia devia colocá-la num lugar alto para iluminar toda a casa, e não debaixo de uma vasilha. Assim também deveria brilhar a luz dos que professam crer em Jesus, para que os homens vissem e dessem glória a Deus. Mas, das dez virgens, cinco são insensatas e não têm azeite, e cinco são prudentes, e suas lâmpadas estão abastecidas.
Na Bíblia, o azeite aparece como figura do Espírito Santo, portanto temos aqui uma mistura de pessoas com e sem o combustível de um testemunho real. Apesar disso, todas caem no sono da indiferença. Tanto as prudentes como as insensatas sabiam da vinda do noivo, mas perderam a expectativa disso ocorrer a qualquer momento. Acaso não foi o que aconteceu com a cristandade como um todo?
Não sei se você sabe, mas nestes dois mil anos de história nem sempre os cristãos esperaram pela vinda de Jesus. A grande maioria sempre acreditou que se encontrar com Jesus significava morrer, e se você chegasse para alguém assim e dissesse que Jesus poderia vir naquele exato momento, é bem provável que veria uma expressão de horror na cara da pessoa.
Outros achavam que a vinda de Cristo para a Igreja seria precedida da tribulação, portanto não podia acontecer num piscar de olhos. Essa ideia também excluía Israel e só contemplava a Igreja. Não precisou muito para os cristãos passarem a enxergar os judeus como descartáveis. Procure na Internet um manifesto escrito por Martinho Lutero com o título “Sobre os judeus e suas mentiras” e você ficará surpreso com o pensamento que era corrente em sua época.
Fonte: O evangelho em 3 minutos 

Nicodemos e o encontro que mudou sua vida


Se religião fosse suficiente para salvar alguém, Nicodemos não precisaria conversar com Jesus. Ele é um homem religioso, uma autoridade em judaísmo, e vai à noite se encontrar com Jesus. Numa sociedade sem eletricidade, ir à noite se encontrar com um desconhecido não é algo comum, a menos que você não queira que seus amigos o vejam. Pode ter sido o caso de Nicodemos.
Os sacerdotes, fariseus e saduceus não estão gostando nem um pouco da situação. Primeiro aparece um tal de João batizando e anunciando a chegada do Cordeiro de Deus. Depois vem Jesus, fazendo milagres e atraindo multidões. O clero odeia concorrência, mesmo que seja do próprio Deus vindo ao mundo na forma humana.
Apesar de toda a religião, Nicodemos sente que falta algo. Ele chama Jesus de Mestre, sem fazer ideia de que está diante daquele que o profeta Isaías chamou de“Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe de Paz”.Considerar Jesus apenas um mestre, ou espírito evoluído, como alguns hoje gostam de chamá-lo, é como parabenizar Einstein por saber somar dois mais dois. Jesus é Deus e como tal deve ser reconhecido e adorado.
A resposta de Jesus parece não ter coisa alguma com o início da conversa de Nicodemos. Mas tem. Imediatamente após ser elogiado como mestre, Jesus dispara:“Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Em outras palavras, se Nicodemos quisesse conversar, teria de ser em outro nível. Antes de poder enxergar a esfera na qual Jesus atuava Nicodemos precisaria receber uma nova vida, ser transformado numa nova criatura. Ele precisava nascer de novo, nascer do alto ou nascer de Deus.
Jesus usa o exemplo do nascimento natural. Antes de nascer, você não fazia nem ideia do que havia fora daquele mundinho onde passou nove meses. Além disso, sua geração e o próprio nascimento não dependeram de você, mas de seus pais. Todas as decisões e todos os esforços foram de outros, não seus. Você foi um agente passivo em todo o processo. O que Jesus quer dizer é que, embora seja necessário a Nicodemos nascer de novo para ver o reino de Deus, é tão impossível ele próprio fazer isso quanto uma criança resolver nascer neste mundo.
Neste ponto Nicodemos entende menos ainda do que entendia quando chegou para conversar com Jesus. Ele não consegue pensar fora da caixa das coisas naturais e pergunta como é possível alguém voltar ao ventre da mãe para renascer. Mas Jesus responde que não está falando de um nascimento natural. Não se trata de voltar ao ventre da mãe ou reencarnar, como acreditam alguns. É necessário nascer da água e do Espírito Santo.
Fonte: O evangelho em 3 minutos 

domingo, 10 de junho de 2012

29 Regras para o Bem Viver

1 – Dê mais as pessoas do que elas esperam e faça isso com alegria.

2 – Não acredite em tudo que você ouve, não gaste tudo que você tem, nem durma tanto quanto você queria.

3 – Ame muito, perdoe sempre. Essa é a receita da felicidade.

4 – Quando disser "sinto muito", olhe para a pessoa nos olhos.

5 – Nunca ria dos sonhos de outra pessoa.

6 – Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.

7 – Não julgue as pessoas pelos seus parentes.

8 – Fale devagar, mas pense com rapidez.

9 – Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Por que você que saber?".

10 – Quando você se der conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.

11 – Quando você perder, não perca a lição.

12 – Lembre-se dos três "R": Respeito por si próprio, Respeito pelos outros, Responsabilidade pelas sua ações.

13 – Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.

14 – Sorria ao atender o telefone. A pessoa que estiver ligando ouvirá isso em sua voz.

15 – Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.

16 – Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.

17 – Leia mais livros e assista menos TV.

18 – Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.

19 – Confie em Deus, mas tranque seu carro e as portas de casa.

20 – Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo o que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.

21 – Em desentendimento com entes queridos, enfoque sua situação atual. Não fale do passado.

22 – Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.

23 – Seja gentil com o Planeta.

24 – Ore a Deus. Há um poder imensurável nisso.

25 – Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros enquanto você for vivo. Essa é a melhor satisfação para a riqueza.

26 – Lembre-se que não conseguir algo que se deseja, às vezes é um golpe de sorte.

27 – Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele onde o amor de um pelo outro é maior que a necessidade de um pelo outro.

28 – Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para alcançá-lo.

29 – Lembre-se que seu caráter é seu destino.


Fonte: Curiosidades.com

sábado, 26 de maio de 2012

CORINTO – UMA IGREJA FERVOROSA, MAS NÃO ESPIRITUAL


Estamos iniciando mais um trimestre, e, desta feita, teremos a oportunidade de estudar a Epístola de Paulo aos crentes de Corinto. Embora essa carta tenha mais de 2000 anos, seu teor continua atual para a igreja. Os temas abordados admoestam quanto aos problemas que a igreja contemporânea enfrenta ainda hoje: falta de espiritualidade e compromisso com a Palavra de Deus, ausência da pregação da mensagem da cruz, partidarismos na igreja, imoralidade sexual, demandas judiciais entre os irmãos, desconsideração do casamento, pouca atenção à celebração da Santa Ceia, descuido quanto ao uso dos dons espirituais, falta de esperança quanto à ressurreição, carência de cuidados para com os irmãos mais necessitados, e, por fim, tudo isso se traduz no pouco cultivo do amor ágape. No estudo desta semana, a primeira do trimestre, trataremos a respeito da falta de espiritualidade genuinamente cristã da igreja de Corinto.


1. CORINTO: A CIDADE E A I EPÍSTOLA DE PAULO: Corinto era uma esplêndida cidade comercial localizada ao sul do istmo de dezesseis quilômetros de largura que liga a Grécia central ao Peloponeso. O grego era a língua falada pelo povo e a cultura grega da qual o povo se orgulhava. O imperador Augusto fez de Corinto a capital da Acaia, que era governada por um procônsul (At. 18.12). Sua situação era de prosperidade o que atraiu grande multidão. No sudoeste da cidade antiga encontrava-se o monte Acrocorinto, numa altura de 574 metros, no qual fora construído um templo dedicado a Afrodite, a deusa do amor. Por isso, a cidade tinha uma moral pagã, corrupta, pautada no culto ao sexo. As competições também eram bastante comuns, não admira que Paulo tenha feito alusão aos prêmios dos atletas (I Co. 9.25). Paulo reconheceu nesse lugar um ponto estratégico para a difusão do evangelho. O Apóstolo chegou ali durante sua segunda viagem missionária, por volta de 50 d. C. Logo após a chegada, conheceu Áquila, um judeu nascido na província romana de Ponto, ao norte da Ásia Menor, e sua esposa Priscila (At. 18.2; I Co. 16.19). Após um ano e meio naquela cidade, Paulo partiu para outras missões, e, estando em Éfeso, durante sua terceira viagem missionária, escreveu uma epístola aos crentes de Corinto, que não nos chegou (I Co. 5.9) na qual ele aconselhava a evitar o companheirismo com pessoas imorais. Posteriormente, por volta do ano 55 d. C., Paulo escreveu uma outra carta aos crentes de Corinto, ainda Éfeso, a qual denominamos de Primeira Epístola aos Corintios.


2. UMA IGREJA FERVOROSA, MAS SEM ESPIRITUALIDADE: A igreja de Corinto era fervorosa, isto é, tinha os dons espirituais (I Co. 1.7), mas faltava-lhe a verdadeira espiritualidade, por isso, Paulo aqueles irmãos de carnais (I Co. 3.1-4). Semelhantemente a Igreja de Corinto, muitas igrejas atuais se encontram na mesma condição de muito fervor, mas de pouca ou nenhuma espiritualidade. Buscam os dons espirituais, falam muitas línguas, profetizam em todos os cultos, mas quando as pessoas saem da igreja, não dão um bom testemunho de fé professam dentro das quatro paredes do templo. Falta a esses crentes fervorosos o fruto da espiritualidade, pois é justamente através dos frutos que somos identificados como cristãos, não pelos dons espirituais (Mt. 5.13-16; 7.22). Os dons espirituais não refletem o nível de espiritualidade do cristão, na verdade, alguém pode ter dons espirituais, como acontecia com a igreja de Corinto, e mesmo assim não ser espiritual, agindo como meninos na fé (I Co. 14.20). Isso acontece porque os dons espirituais, em determinados contextos eclesiásticos, é visto individualmente, ou seja, não lhes é dado o valor coletivo que devam ter. Segundo Paulo, em I Co. 14.3-5,12,26, os dons são dádivas para a igreja, para o desenvolvimento, crescimento e amadurecimento do corpo de Cristo, não para alguém ostentar grandeza diante dos outros.


3. O CULTIVO DA ESPIRITUALIDADE CRISTÃ NA IGREJA: O contrário das obras da carne, uma característica dos crentes de Corinto, é o fruto do Espírito (Gl. 5.22) e nele repousa a verdadeira espiritualidade (v. 19). A base do fruto é o amor – ágape - (I Co. 13; Rm. 5.5; Ef. 5.2; Cl. 3.14), sendo este o sustentáculo dos demais elementos do fruto, os quais são: alegria – chara – baseada nas promessas e na presença de Deus (II Co. 6.10; 12.9; I Pe. 1.8); a paz – eirene – quietude de coração e mente fundamentada em Cristo (Rm. 15.33; Fp. 4.7; I Ts. 5.23; Hb. 13.20); a longanimidade – makrothumia – que não se ira com facilidade ou não se desespera diante das adversidades (Ef. 4.2; II Tm. 3.10; Hb. 12.1); benignidade – chrestotes – indisposição para magoar os outros (Ef. 4.35; Cl. 3.12; I Pe. 2.3); bondade – agathosune – expressa em atos de bondade (Lc. 7.3-50); fé – pistis – confiança constante e inabalável na Palavra de Deus (Mt. 23.23; Rm. 3.3; I Tm. 6.12; II Tm. 2.2; 4.7; Tt. 2.10); mansidão – prautes – moderação para submeter-se a Deus e ao próximo (II Tm. 2.25; I Pe. 3.15); e temperança – agkrateia – domínio sobre os impulsos e paixões, disposição para a pureza (I Co. 7.9; Tt. 1.8; 2.5).


CONCLUSÃO: Muitas igrejas são fervorosas – isto é – têm os dons espirituais, em algumas outras, até mesmo os dons já se foram. Para evitar tais extremos, o caminho bíblico é o do equilíbrio, não podemos desprezar os dons, mas é preciso, também, saber que eles, por si sós, não garantem espiritualidade. Uma igreja genuinamente espiritual busca, além dos dons, o fruto do Espírito. Uma igreja que busca apenas os dons pode acabar como a de Corinto, com muitos dons (I Co. 1.9), mas cheia de problemas e carnalidades (I Co. 3.1-4). O equilíbrio entre fervor e espiritualidade está no contato contínuo com o Espírito Santo, o qual produz em nós, e conosco, o Seu fruto (Gl. 5.22).

Fonte: Estudos Bíblicos