segunda-feira, 29 de março de 2010

Santo Daime

Consumido há pelo menos 300 anos por comunidades indígenas da Amazônia, antes de ser transportado para os rituais do Santo Daime, o chá alucinógeno originado da planta ayahuasca, foi por três anos a solução encontrada por Fábio Mota para os seus problemas de depressão e “elevar o lado espiritual”, como afirma o ex-praticante do daime que chegou a visitar a casa do cartunista Glauco Villas Boas, assassinado na semana passada junto com o seu filho por um frequentador da Igreja Céu de Maria, liderada pelo desenhista.

Mota passou a seguir a doutrina daime com poucos mais de 20 anos, convidado por um amigo. A busca por novas experiências espirituais o levou ao Amazonas, região onde o fundador do Santo Daime, conhecido como mestre Irineu, recebeu uma visão de Maria, mãe de Jesus, instigando-o a inaugurar a religião que prega o auto-conhecimento por meio de experiências ritualísticas. “Foi lá que eu me fardei – que é tipo um batismo. Eu voltei de lá já sabendo o que eu queria – o daime”, relembra.

Diferente de outras drogas, Fábio conta que a característica principal do chá do daime está justamente na fusão com o espiritual.

“Não é só como uma viagem de ácido, por exemplo, ou um chá de cogumelo, que mexe com a mente e a pessoa dá umas viajadas. Você vai para outro lugar mesmo, para o inferno, para o mundo espiritual. Você tem esse acesso até lá”, explica.

A ruptura de Fábio Mota com a religião do Santo Daime aconteceu em 1996, após a conversão de seus pais ao Evangelho. A decisão de mudar o rumo de sua vida aconteceu num grupo de jovens da Igreja Renascer em Cristo, que anos mais tarde se desligaria da denominação de Estevam Hernandes para se tornar a Igreja Evangélica Bola de Neve.

Há quase quatro anos pastor da Igreja Bola de Neve de Caraguatatuba, litoral norte de SP, Fábio conta que hoje não precisa de nenhum artifício para ter uma vida sadia espiritualmente, preenchida exclusivamente por Jesus. “Na época do daime, eu parei de usar cocaína, porque não batia. Parece que você não consegue. Hoje eu enxergo, pelo lado espiritual, que o diabo te liberta de umas correntes e te aprisiona com outras. Você acaba ficando preso do mesmo jeito”.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 26 de março de 2010

Bispos da França e Inglaterra saem em defesa de papa no escândalo de pedofilia

Em carta dirigida ao papa Bento XVI, os bispos da França expressaram nesta sexta-feira vergonha e pesar perante os atos de pedofilia cometidos dentro da Igreja Católica.

"Todos sentimos vergonha e pesar perante os atos abomináveis cometidos por alguns padres e religiosos", afirmam os bispos, que, na mesma carta, defenderam o papa contra os ataques que sofreu em relação ao escândalo.
"Constatamos também que esses fatos inadmissíveis são utilizados em uma campanha para atacar o senhor e sua missão à serviço da Igreja", afirmam os prelados. Eles também enviaram "uma cordial mensagem de apoio no difícil período que atravessa nossa igreja".

A carta foi divulgada um dia depois de o jornal americano New York Times ter indicado que o papa, quando era o cardeal Joseph Ratzinger, ignorou denúncias de pedofilia feitas em relação a um padre americano nos anos 90.

Os bispos consideraram que as pessoas que cometem esses atos "desfiguram nossa Igreja". "Mesmo que esses atos sejam resultado de um grupo muito pequeno de sacerdotes - o que já é demais - os que vivem com alegria e fidelidade seu compromisso a serviço da Igreja também são afetados", também afirma a mensagem.

Em um artigo publicado no jornal britânico The Times, o chefe máximo dos católicos da Inglaterra e de Gales também negou que a Igreja tenha acobertado os abusos sexuais. O arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, considerou inadmissível a atitude das pessoas que abusaram sexualmente de menores.

"O abuso de crianças dentro da Igreja católica romana e seu acobertamento são profundamente chocantes e totalmente inadmissíveis", afirma o prelado. "Envergonho-me pelo ocorrido e compreendo a ira e horror que esses casos produziram", enfatiza.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

segunda-feira, 22 de março de 2010

Média do curso de Teologia

Setebi
Curso de Teologia Biblica
Disciplina: História do Cristianismo
Prof. Apolônio Alves

01 Álvaro Barbosa do Nascimento 9,5
02 Ana Carolina de Albuquerque e Silva 9,0
03 Ana Paula Spinelli Silva 9,0
04 Antônia Adélia da Silva 9,5
05 Antônio Francisco Reis 9,0
06 Armando Souza de Oliveira 8,5
07 Artur Rodrigues do Nascimento 10,0
08 Clóvis Romeu Pacheco Filho 8,5
09 Denise C. Barbosa 8,5
10 Dulcineide Ferreira da Silva 9,5
11 Eliane Torres Cavalcanti 10,0
12 Ivonete Silva dos Santos 9,0
13 Janaína Araujo 9,0
14 Janaína Lopes de Melo 8,0
15 José de Sá Leal 8,5
16 Josemar Barros Ciriaco da Silva Junior 9,0
17 Juarez Cajueiro Lima 8,5
18 Luzanira Pereira do Nascimento 9,5
19 Márcia Jesumary Freitas 8,5
20 Marciano Henrique Duarte 9,5
21 Maria da Conceição dos Santos Silva 8,5
22 Maria de Fátima dos Santos Leal 9,0
23 Maria do Rosário Batalha Santos 10,0
24 Maria Valderez de Freitas Leite 9,5
25 Nerise de Fátima Rodrigues da Silva 8,5
26 Ricardo Freitas Leito 8,0
27 Rizolene Maria Freire 9,5
28 Rode Araújo Viana de Oliveira 8,0
29 Silvana Souza Silva 9,0
30 Selma Lino da Paz 9,0
31 Sílvia Pereira Messias de Freitas 10,0


Obs: os alunos que faltam nota me procurem, para realização dos trabalhos.

Hollywood vai filmar o livro de Gênesis em 3-D

A nova mania do 3-D chegou à Bíblia. A Paramount Pictures está planejando contar no cinema a história da criação,


segundo o Livro de Gênesis, no filme In the Beginning.

De acordo com o Deadline, Cary Granat, cofundador da produtora Walden Media, será o produtor do filme com a companhia Reel Fx. John Fusco (“Mar de Fogo”, “O Reino Proibido”) já escreveu um roteiro – que usa o Gênesis como base – e a direção vai ficar com David Cunningham (“Os Seis Signos da Luz”).

A ideia da Reel Fx é finalizar cenas-teste e exibir a executivos para garantir o sinal verde do estúdio. In the Beginning está orçado em US$ 30 milhões.

Ainda segundo o Deadline, Granat quer um espetáculo visual que agrade tanto cristãos quanto o novo público devoto do 3-D.

Sorrir faz bem para saúde.

O sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o filho que tinha acabado de completar o supletivo do primeiro grau.

- Eu tenho uma vaga de assessor, só que o salário não é muito bom…

- Quanto é, doutor?

- Pouco mais que cinco mil reais!

- Cinco mil? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso não doutor! Não tem uma vaguinha mais modesta?

- Só se for para trabalhar na Assembléia. É meio-período e eles estão pagando dois mil!

- Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar estragando o menino! O senhor não tem um emprego que pagasse uns mil reais?

- Ter eu até tenho, mas aí é só para quem tem curso Superior!

sábado, 20 de março de 2010

Livro: Ensinando Para Transformar Vidas

Nossa tarefa não é causar uma boa impressão naqueles a quem educamos, mas impactá-los. Não é apenas convencê-los, mas levá-los a uma transformação de vida.

O que é que os mais eficientes comunicadores do evangelho têm em comum? Quase que invariavelmente aplicam com maestria este princípios:

- A Lei do Professor
Basear o ensino numa rica experiência de vida.

- A Lei do Ensino
Dominar a matéria e conhecer muito bem as pessoas a quem se ensina.

- A Lei da Atividade
Envolver os alunos numa experiência altamente educativa. "Ouço, esqueço; vejo, e guardo na memória; faço e compreendo."

- A Lei da Comunicação
Construir pontes de ligação entre o comunicador e o receptor.

- A Lei do Coração
Atingir a personalidade como um todo - intelecto, sentimento e vontade.

- A Lei da Motivação
Descobrir e cultivar as motivações humanas intrínsecas.

- A Lei da Preparação Prévia
Preparar o professor para ensinar e o aluno para aprender.

O autor Howard Hendricks traz valiosas lições e fascinantes experiências adquiridas ao longo de mais de trinta anos de atividade pedagógica, preparando pregadores e mestres no famoso Dallas Theological Seminary. Este livro, com seu estilo moderno, de fácil assimilação, é leitura imprescindível para o cristão que deseja não apenas dar estudos, mas efetuar transformações na vida dos filhos, dos amigos e de todos aqueles a quem ensina e estão a sua volta.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Islamismo radical

Não só na Malásia, mas em muitos países em todo o mundo muçulmano, a religião ganhou influência sobre a política governamental nas últimas duas décadas. O grupo militante islâmico Hamas controla a Faixa de Gaza, enquanto milícias islamitas lutam contra os governos da Nigéria e Filipinas. Somália, Afeganistão, Paquistão e Iêmen caíram, em grande extensão, nas mãos dos islamitas. E onde os islamitas não estão no poder hoje, os partidos seculares no governo tentam ultrapassar os grupos mais religiosos assumindo uma tendência de direita.

Isso pode ser visto de certa forma no Egito, Argélia, Sudão, Indonésia, e também na Malásia. Embora a islamização frequentemente tenha mais a ver com política do que com religião, e embora não leve necessariamente à perseguição de cristãos, pode-se dizer ainda assim que, onde quer que o Islã ganhe importância, a liberdade para membros de outras crenças diminui.

Há 2,2 bilhões de cristãos em todo o mundo. A organização não-governamental Open Doors calcula que 100 milhões de cristãos são ameaçados ou perseguidos. Eles não têm permissão para construir igrejas, comprar Bíblias ou conseguir empregos. Esta é a forma menos ofensiva de discriminação e afeta a maioria desses 100 mil cristãos. A versão mais bruta inclui extorsão, roubo, expulsão, sequestro e até assassinato.

Margot Kässmann, que é bispo e foi chefe da Igreja Protestante na Alemanha antes de deixar o cargo em 24 de fevereiro de 2010, acredita que os cristãos são “o grupo religioso mais perseguido globalmente”. As 22 igrejas regionais alemãs proclamaram este domingo como o primeiro dia de homenagem aos cristãos perseguidos. Kässmann disse que queria mostrar solidariedade para com outros cristãos que “têm grande dificuldade de viver de acordo com sua crença em países como a Indonésia, Índia, Iraque ou Turquia”.

Há exemplos contrários, é claro. No Líbano e na Síria, os cristãos não são discriminados, e, na verdade, desempenham um papel importante na política e na sociedade. Além disso, a perseguição contra os cristãos não é de forma alguma um domínio exclusivo dos fanáticos muçulmanos – os cristãos também são presos, agredidos e assassinados em países como o Laos, Vietnã, China e Eritreia.

A Coreia do Norte, onde dezenas de milhares de cristãos estão presos em campos de trabalho forçado, esteve no topo da lista por muitos anos. Ela é seguida pelo Irã, Arábia Saudita, Somália, Maldivas e Afeganistão. Entre os dez primeiros países da lista, oito são islâmicos, e quase todos têm o Islã como sua religião oficial.

A perseguição sistemática de cristãos no século 20 – por comunistas na União Soviética e na China, mas também pelos nazistas – custou muito mais vidas do que qualquer outra coisa que tenha acontecido até o momento no século 21. Agora, entretanto, não são apenas os regimes totalitários que perseguem os cristãos, mas também moradores de Estados islâmicos, fundamentalistas fanáticos, e seitas religiosas – e com frequência simples cidadãos considerados fiéis.

Foi-se a era da tolerância, em que os cristãos, chamados de “Povo do Livro”, desfrutavam de um alto grau de liberdade religiosa sob a proteção de sultões muçulmanos, enquanto a Europa medieval bania judeus e muçulmanos do continente ou até mesmo os queimava vivos. Também se foi o apogeu do secularismo árabe pós 2ª Guerra Mundial, quando árabes cristãos avançaram nas hierarquias políticas.

À medida que o Islã político ficou mais forte, a agressão por parte de devotos deixou de se concentrar apenas nos regimes políticos corruptos locais, mas também e cada vez mais contra a influência ostensivamente corrupta dos cristãos ocidentais, motivo pelo qual as minorias cristãs foram consideradas responsáveis. Uma nova tendência começou, desta vez com os cristãos como vítimas.

No Iraque, por exemplo, grupos terroristas sunitas perseguem especialmente pessoas de outras religiões. O último censo do Iraque em 1987 mostrou que havia 1,4 milhão de cristãos vivendo no país. No começo da invasão norte-americana em 2003, eles eram 550 mil, e atualmente o número está está pouco abaixo dos 400 mil. Os especialistas falam num “lento genocídio”.

Fonte: Gospel+