quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nova Versão Internacional da Bíblia gera críticas de evangelistas americanos

Uma atualização à famosa Nova Versão Internacional (NVI) da Bíblia procurou resolver os problemas em relação ao gênero, inclusive linguagem encontrada na polêmica Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) da Bíblia, que ainda gera críticas por parte dos evangelistas.

No início deste mês, os editores da NVI, Biblica e Zondervan, estrearam uma versão on line da NVI da Bíblia nos sítios Biblica.com e BibleGateway.com. Uma versão impressa está prevista para Março de 2011, quando a atual tradução da NVI sai do mercado.

Na NVI da Bíblia, a Comissão para a Tradução da Bíblia (CTB) – os tradutores da NVI – voltam a introduzir em algumas passagens, pronomes masculinos como “filho,” “ele,” “dele,” “pai” e “irmão.” Em 2005, estes pronomes foram substituídos por termos neutros, na NTLH. O Novo Testamento da NTLH foi lançado em 2002.

Na sexta-feira, o Conselho sobre a Masculinidade e a Feminilidade da Bíblia (CBMW), uma das principais críticas da NTLH, na qual foi baseada a nova tradução, divulgou um comentário afirmando que a última versão da NVI demonstrava “melhoramentos significativos” na NTLH tendo, contudo, ainda alguns grandes erros.

“A nossa análise inicial demonstrava que a nova NVI (2011) retinha muitos dos problemas que estavam presentes na NTLH, na qual é baseada, principalmente tendo em conta os mais de 3600 problemas relacionados com o gênero, que anteriormente identificamos,” comentou o CBMW.

“Apesar das inúmeras alterações feitas, a nossa análise inicial revela que uma grande percentagem das nossas preocupações iniciais ainda permanece.”

Em 2002, o CBMC divulgou um comunicado de oposição à NTLH, aprovado por pelo menos 110 líderes do ministério, incluindo os evangélicos Mark Strauss do Bethel Seminary San Diego e o conhecido autor Philip Yancey.

O Conselho reconheceu que algumas das alterações, como referências a “homem” ou “humanidade” em vez do uso de um equivalente de gênero neutro, resultava de um modo mais preciso na tradução do texto Hebraico ou Grego.

Contudo, o CBMW teve problemas com a abordagem do CTB para remediar o debate sobre o gênero neutro em muitas passagens, através não do desvio da NVI de 1984 nem da NTLH, mas sim através de um meio-termo.

Por exemplo, em Apocalipse 3:20 o CTB não usou o masculino singular (ele), como se pode verificar na NVI nem o gênero neutro plural (eles), mas sim uma mistura de gêneros singulares e plurais não específicos (aquela pessoas/eles).

Apocalipse 3:20

NVI (1984): Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei e ele comigo.
NTLH (2005): Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com eles cearei e eles comigo.
NVI (2011): Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com essa pessoa cearei e eles comigo.

O uso de plurais em alguns textos confundirá alguns leitores e deixará alguns Pastores e professores com a “difícil tarefa” de relembrar aos seus ouvintes se “eles” é singular ou plural, comentou o CBMW.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Casamento: Direção de Deus

O foco de um namoro cristão é o casamento. Para que um relacionamento vá bem, ele precisa estar debaixo das mãos de Deus, ou seja, precisa ser direcionado por ELE.

Muitos cristãos, na maioria das vezes jovens, preocupam-se em encontrar uma pessoa com os mesmos conceitos religiosos, namorar, noivar e casar e, como tudo acontece no tempo de Deus, as vezes não é a hora do jovem cristão ter um relacionamento, ou ainda, precisa passar por alguns relacionamentos antes de encontrar a pessoa "certa" para casar.

E, devido a isso, o jovem,ou a Jovem começa a se desesperar, a ficar ansioso(a), porque seus colegas já encontraram sua Rebeca, seu Isaque e ele(a) não, ainda mais se esse jovem estiver alcançando idade, é aí que a ansiedade aumenta.

E, devido a isso, muitos jovens se deixam levar pela ansiedade, pela falta de paciencia. E, as consequencias desse ato, são desastrosas. Esse jovem age pela emoção e não pela razão.

Ele é precipitado. Não pede a Direção de Deus.E o que acontece? Ele ou ela, procura na outra pessoa apenas uma coisa em comum: o fato de servir a Deus. E isso não é suficiente.

É bom que a outra pessoa tenha os mesmos pensamentos em relação a Deus, que sirva a Deus, que vá à Igreja e etc. Porém, só isso não basta.

É preciso ter afinidade, ter outras coisas em comum é preciso muito mais para se ter um relacionamento duradouro e que pode levar o casal ao altar.

Quando o jovem não pede a direção de Deus quanto a relacionamentos, ele impede Deus de preparar e lhe dar o melhor, ou seja, o escolhido por Deus.

O casamento segundo o coração de Deus, tem seu inicio no relacionamento revelado e abençoado. É por isso que o jovem precisa ser espiritual, cheio do Espirito Santo e sensivél a seu falar, não pode ser ansioso e deve saber esperar em Deus.

Esperar o tempo oportuno, porque quando chegar o tempo de Deus, ele será agraciado com um parceiro abençoado e escolhido por Deus.

Assim, ambos estarão unidos por Deus debaixo do seu consentimento e da sua proteção divina.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Jesus não mudou

"E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades. Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor." Mateus 9.35 e 36.

Amados, em um mundo onde ocorrem tantas mudanças, como é gratificante e maravilhoso saber que Jesus não mudou e não mudará. As pessoas mudam de opinião, mudam de emprego, mudam de partido político,mudam de posicionamento a respeito de determinados assuntos, mudam decasa, e por ai vai.

Jesus era alguém que enxergava o que acontecia a sua volta, não era uma pessoa centrada em si mesma, e muito mais do que isto, ele conseguia fazer uma leitura do que se passava com as pessoas ao seu redor, conhecia o lugar onde caminhava, tinha convívio com as pessoas, conhecia-lhes a necessidade. Gostaria de perguntar-lhe, quais são as suas necessidades? Será que você não está tendo um comportamento como o das multidões citadas no texto acima? Não estamos nós hoje aflitos e exaustos, andando de um lado para outro como ovelhas que não têm pastor?

A inquietação e o cansaço são males que assolam nossa geração.Quanto mais inquietos estivermos, mais nos cansamos, e quanto mais cansados mais inquietos estaremos. Parece uma frase filosófica, bonita, mas não, infelizmente é uma dura realidade. Entramos num estágio onde a medicina com todo o seu conhecimento não consegue nos ajudar, senão nos entorpecera base de medicamentos. Mas muitas pessoas percebem que apesar de seus corpos estarem anestesiados, seu espírito está alerta e inquieto, trazendo um cansaço extremo.

Pois bem, quero lhe dizer que o mesmo Jesus que agiu no passado trazendo alívio e descanso para as multidões, ama você e quer dar um basta neste estado crítico em que você vive, somente ele pode harmonizar nosso interior, pois disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou! Maravilhoso,verdade? Não precisamos comprar a paz, ele nos da gratuitamente. Éimperioso que hoje mesmo você tenha um encontro com Ele. Sei que você derepente não crê pois só consegue ver coisas negativas ao seu redor, mas creio ter chegado a hora de experimentar o quanto Jesus é real. O que você precisa? Quais suas necessidades? Peça a ele para intervir em sua vida e você certamente verá como e quanto ele é o que diz ser.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Bíblia x Ciência

SERÁ que a ciência moderna torna impossível crer na Bíblia? Parece que alguns pensam assim, mas devemos lembrar-nos de que a Bíblia não é primariamente um compêndio de ciência. A Bíblia revela uma espécie diferente de verdade da que é revelada pelos métodos científicos. Contudo, às vezes ela diz coisas que têm a ver com geologia, arqueologia ou outras ciências. Nesses casos, harmoniza-se ela com o que dizem os cientistas? Considere apenas dois exemplos.

No livro de Salmos lemos: "Ele fundou a terra sobre os seus lugares estabelecidos; . . . cobriste-a de água de profundeza como vestimenta. As águas pararam acima dos próprios montes. . . . Montes passaram a subir, vales planos passaram a descer." (Salmo 104:5-8) Será que os montes realmente 'sobem'? E encontram-se eles às vezes submersos no mar? O Livro de Ciência Popular (em inglês) diz: "Desde os tempos [primevos] até o presente, o perene processo de formar e demolir montanhas tem continuado. . . . As montanhas não só se originaram do fundo de mares desvanecentes, mas amiúde estiveram submersas por um longo período após a sua formação, e então se reelevaram."

No primeiro versículo da Bíblia lemos: "No princípio Deus criou os céus e a terra." (Gênesis 1:1) Houve tempo em que os cientistas debatiam acaloradamente quanto a se houve algum princípio ou se a matéria sempre existiu. Em 1979, contudo, a revista Time disse: "A maioria dos astrônomos aceita agora a teoria de que o universo teve um instante de criação. . . . A teoria da Grande Explosão soa mui similar à história que o Velho Testamento sempre tem contado."

Contudo, tem acontecido às vezes que a Bíblia aparentemente diz uma coisa e a ciência outra. Está errada a Bíblia? Não, embora às vezes os que afirmavam ensinar a Bíblia estivessem enganados.

Está a Bíblia Realmente Errada?

No século dezessete, por exemplo, o cientista italiano Galileu ensinava que a terra gira em volta do sol e não o sol em volta da terra. A Igreja Católica ordenou que ele se retratasse. Por quê? Porque achavam que o que ele afirmava contradizia a Bíblia. Bem, Galileu estava certo e a Igreja estava errada. Mas a Bíblia não estava errada. Em lugar nenhum a Bíblia diz que o sol órbita a terra. Foi o antigo astrônomo Ptolomeu quem disse isso.

Atualmente, certos fundamentalistas crêem que a terra foi criada em seis dias de 24 horas cada um. Isso é frontalmente contrário ao ensino da ciência, mas que conceito é o correto?

Os fundamentalistas crêem que seu ensino se baseia na Bíblia, mas uma cuidadosa leitura de Gênesis, capítulo um, revela que estão enganados. A Bíblia diz que a terra foi criada em algum período não-especificado no passado, e que os famosos "seis dias" envolveram a sua preparação para que o homem vivesse nela. - Gênesis 1:1-31.

É verdade que o relato diz que enormes passos no desenvolvimento da terra requereram um dia cada um. Mas, na Bíblia, "dia" pode significar mais do que um período de 24 horas. Pode significar mil anos ou até mais! (Gênesis 2:4; Salmo 90:4) O registro bíblico, junto com história comprovável, indica que o sétimo dia daquela semana criativa abrange um período de 7.000 anos. Assim, cada um dos seis "dias" precedentes teria a mesma duração.

De modo que quando lemos o primeiro capítulo de Gênesis, descobrimos que no decurso de seis longos períodos de tempo - milhares de anos, não meramente horas - apareceu terra nos antigos mares. O dia e a noite tornaram-se distinguíveis (possivelmente devido a remoção da poeira cósmica que cercava a terra). Surgiu a vida vegetal, seguida do surgimento dos peixes, das aves, dos animais terrestres e finalmente do homem. Em muitos sentidos, esse relato assemelha-se ao que se lê num compêndio escolar.

Está Realmente Certa a Ciência Moderna?

Mas, que dizer das vezes em que a Bíblia diz algo que claramente contradiz certa teoria científica moderna? Devemos presumir que a Bíblia esteja errada? Não. Lembre-se, a ciência, no que tem de melhor, é um contínuo processo de aprendizado. Teorias amplamente sustentadas ontem poderão ser abandonadas amanhã. Assim, é bem possível que certa crença científica que contradiga a Bíblia possa vir a estar ela mesma ultrapassada no futuro.

Um exemplo disso: No início do século muitos concordaram com o crítico Wellhausen, que disse que as histórias de Abraão, Isaque e Jacó eram meros mitos. Hoje, as opiniões estão mudando, conforme explica um livro recente: "Desde os dias de Wellhausen os conceitos se alteraram, na balança, pendendo para o lado conservador, mas essa tendência é mui freqüentemente exagerada. Um belo exemplo é a historicidade dos patriarcas, os quais Wellhausen considerava que fossem 'uma glorificada miragem' oriunda do primeiro milênio. Agora, erudição mais recente tem apresentado evidência que tem persuadido muitos de que os patriarcas, eram, afinal de contas, pessoas reais e viveram no período indicado na Bíblia, a saber, no segundo milênio AC." (Ebla, a Revelation in Archaeology, de Chaim Bermant e Michael Weitzman.) Assim, nesse caso, o progresso na ciência da arqueologia tem aproximado mais ao que a Bíblia diz as idéias de muitos eruditos.

Talvez a mais bem-conhecida divergência entre a Bíblia e a ciência moderna envolva a teoria da evolução. A evolução ensina que todas as coisas vivas se desenvolveram gradativamente a partir de uma única fonte biológica. Isso difere da versão bíblica de que Deus criou todas as coisas vivas separadamente, e que cada uma se reproduz "segundo a sua espécie". (Gênesis 1:11, 12, 21, 24, 25) A ciência tem demonstrado a possibilidade de ampla variação dentro das espécies animais. Mas, a idéia de que, por exemplo, o rinoceronte, a águia e o peixe-cavala têm derradeiramente todos o mesmo ancestral, claramente contradiz o que a Bíblia afirma. Significa isso que a Bíblia esteja errada?

Não. Muitos não aceitam que a evidência disponível prove que a evolução tenha ocorrido. E quem sabe o que o futuro reserva para essa teoria? Por um lado, a idéia de que toda vida descende de uma única forma ancestral está sob ataque em alguns redutos. Em 1978, o professor dr. A. E. Wilder Smith, autor de mais de 50 livros científicos, escreveu: "Um bom número de autoridades, na sua maior parte constituída de jovens especialistas, convenceu-se, em anos recentes, de que a biogênese, a origem da vida, não foi monofilética (todas as coisas vivas derivadas de uma única célula), mas, em vez disso, polifilética (de muitas fontes). Portanto, há autoridades no assunto hoje que não mais crêem que todas as espécies se derivaram por meio de transformismo a partir de uma célula original. Não crêem que todas as espécies tiveram uma árvore biológica ancestral comum, com uma única raiz para todas as formas de vida."

Isso não é exatamente o que a Bíblia diz. Mas, é mais aproximado ao que a Bíblia diz do que o é a pura evolução darwiniana. E talvez as futuras pesquisas e teorizações aproximem muitos cientistas ainda mais ao que a Bíblia diz. Mas, mesmo que isso não ocorra, deveríamos, por conseguinte, presumir que os cientistas estão certos e que a Bíblia está errada?

Lembre-se, as teorias científicas baseiam-se na evidência disponível, conforme interpretadas por pessoas imperfeitas. No caso da paleontologia (estudo dos fósseis) - e da arqueologia - muito da evidência é mutilado, perdido ou difícil de interpretar. E os cientistas que fazem as interpretações amiúde têm fortes opiniões a respeito do que a evidência provará. Assim não devemos imediatamente abandonar a Bíblia caso ela não concorde com certa teoria científica. E isso é especialmente assim quando nos lembramos de que a Bíblia revela muitas verdades que estão muito além do alcance da ciência.

A Bíblia diz muitas coisas que a ciência moderna confirma.

Caso a Bíblia e a ciência claramente se contradigam em

algum ponto, não deverá ser presumido automaticamente que a Bíblia esteja errada.

SABIA QUE HOUVE ÉPOCA EM QUE A CIÊNCIA ENSINAVA:

. Que o calor era um fluido chamado calórico?

. Que o átomo era a menor partícula da matéria e que era impossível dividi-lo?

. Que uma barreira intransponível entre a matéria e a energia impedia qualquer possibilidade de uma ser transformada em outra?

. Que o sono era provocado quando as células nervosas se contraíam, destarte não mais estabelecendo contato entre si?

Naturalmente, os cientistas há muito rejeitaram essas teorias e as substituíram por outras mais compatíveis com os fatos que agora conhecem. Novos fatos que venham a ser descobertos no futuro, ou diferentes abordagens a fatos de que agora dispõem, podem levar a modificações, ou mesmo a abandono, de teorias que os cientistas agora sustentam.

“Não é preciso um Deus para criar o Universo”, diz Hawking famoso ateu britânico

Em seu mais recente livro, “The Grand Design” (O Grande Projeto, em tradução livre), o cientista britânico Stephen Hawking, afirma que “não é preciso um Deus para criar o Universo”, pois o Big Bang seria “uma consequência” de leis da Física.

“O fato de que nosso Universo pareça milagrosamente ajustado em suas leis físicas, para que possa haver vida, não seria uma demonstração conclusiva de que foi criado por Deus com a intenção de que a vida exista, mas um resultado do acaso”, explicou um dos tradutores da obra, o professor de Física da Matéria Condensada David Jou, da Universidade Autônoma de Barcelona.

Há 22 anos, em seu livro “Uma Nova História do Tempo”, Hawking via na racionalidade das leis cósmicas uma “mente de Deus”. O cientista inglês acredita agora que as próprias leis físicas produzem universos sem necessidade de que um Deus exterior a elas “ateie fogo” às equações e faça com que suas soluções matemáticas adquiram existência material.

Assim, aquela “mente que regia nosso mundo” se perde na distância dessa multiplicidade cósmica, segundo o tradutor.

Hawking admite a existência das equações como fundamento da realidade, mas despreza se perguntar se tais equações poderiam ser obras de um Deus que as superasse e que transcendesse todos os universos.

Fonte: Estadão

Peritos confirmam veracidade do ossuário de “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio.No mês passado, porém, o juiz Aharon Far kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossuário era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras aramaicas eram do primeiro século”, diz o professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A primeira e a segunda partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da pátina indica que tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objeto já se encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.

Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossuário, primeiro ao justificar que a frase escrita nele em araimaco seria forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria falso, afirmaram.

A justificativa é de que, naquele tempo, os ossuários ou continham o nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela. Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a questão que aponta para essa desconfiança. “A inscrição atribuiria a Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se Jesus já fosse um pop star naquela época”, diz ele. Discussões como essa pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Golan foi acusado de criar uma falsa pátina (fina camada de material formada por microorganismos que envolvem os objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea, especializado em análise de materiais, admitiu que os testes microscópicos confirmavam que a pátina onde se lê “Jesus” é antiga. “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou Golan.

O ossuário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto pela primeira vez, em 2002. Agora que a justiça dos homens não conseguiu provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.

Fonte: Isto É

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Quanto vale uma vida?

Quanto vale a vida de um pecador? Quanto vale a vida de um assassino? Quanto vale um ladrão? Quanto vale a vida de um adúltero? Quanto vale a vida de um depravado moral? Quanto vale um homem que não tem nenhum caráter ou moral?
Olhando para tais perguntas, parecem simples de serem respondidas, parece que é só dizer que tais vidas de nada valem e pronto. Mas o que a Bíblia diz?
Quando estudamos o livro de: I Samuel, vemos por diversos momentos mortes e assassinatos, vemos traições, rebeldia, injustiças. Mas de todas essas ocasiões uma nos salta aos olhos, por se tratarem de dois reis de Israel, o caso de Saul e Davi.
Davi havia matado um gigante, Golias, somente isso. Porém, pela desobediência de Saul e, assim sendo, o endurecimento de seu coração, ele agora invejava a Davi, principalmente por ter ouvido o canto do povo que dizia ser Davi melhor guerreiro do que Saul.
Saul tentou de todas as formas matar Davi, porém vemos por duas vezes Davi com a espada nas mãos, pronto a matar Saul, mas não o faz, se recusa a matar o ungido do Senhor, ainda que este fosse desobediente a Deus.
Mas o que espanta não é o fato de Davi, chefe da guarda pessoal do rei, não querer matar o rei, mas sim o que ele diz logo em seguida:

“Assim como eu hoje considerei a tua vida de grande valor, que o Senhor também considere a minha vida e me livre de toda a angústia” (ISm.26:24).

Um assassino, desobediente, pecador, injusto, imoral, um homem que consultou espíritos para saber do futuro de seu reino , prática abominável em Israel , um homem que havia tentado matar seu próprio filho por inveja de Davi, um homem com diversas falhas de caráter, um grande pecador e Davi diz que considerou a vida de Saul como uma vida “de grande valor”?
Que critério Davi pode usar em tal afirmação? Qual a lógica de tal raciocínio?
Na verdade irmãos, eu poderia explicar isso de muitas formas, poderia escrever um texto imenso, mas a verdade é que Davi não o matou por um motivo muito simples e que não segue lógicas humanas. Porque Deus amou Saul.
Não existia uma lógica, um padrão de moral para que Davi não matasse Saul naquele momento, mas Davi olhou para o amor de Deus para com a vida de Saul ao ungi-lo rei sobre Israel e vendo essa importância de Saul para Deus, ainda que este fosse um pecador, o poupou.
Não havia motivo para que Saul não fosse morto, ele não merecia, pois se tornou um rei mau, perverso e desobediente, mas Deus o amou e sendo assim, Davi o salvou.
Você pode até estar pensando que tudo o que escrevi até agora não tem cabimento algum, você pode pensar que é uma atitude que não é de justiça, você pode pensar que é errado ou estranho. Na verdade, segundo a lógica humana, é verdade, não tem cabimento, não é justo e é ilógico. Agora gostaria de contar outra história, a sua.
Você sabe que na Bíblia diz que Deus não olha o exterior, mas sim o coração. Nós geralmente agradecemos a Deus por isso, mas na verdade não pensamos no que isso significa.
Quando Jesus discursou o belíssimo sermão do monte, ele disse um ponto que sempre me chamou a atenção, disse que “qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela”. Irmãos, isso é julgar segundo o coração e não segundo a aparência.
Deus não olha para o que você “termina de fazer” e considera isso pecado, mas olha para suas intenções, suas vontades , ainda que ocultas, e julga pelo seu coração, pelo que ele sente, pelo que ele deseja, cobiça, pelo que ele rouba, por quem ele mata.
Se você já quis “matar alguém”, na verdade seu coração já assassinou tal pessoa, pois essa era a predisposição e desejo de seu coração. Se você já “olhou” para alguém, homem ou mulher, cobiçando tal pessoa com pensamentos eróticos, você adulterou com essa pessoa.
Da mesma forma se você pensou em “agredir seus pais”, seja em palavras, seja em ação ou atos, se você já tentou se vingar, você descumpriu o mandamento de honrar pais. Isso sem contar o “roubar”, quantas vezes você já cobiçou algo de alguém e quis que tal e tal coisas fossem suas?
Se você já fez qualquer coisa dessas, você é um pecador, alguém que merece o pagamento pelo seu pecado, alguém que tem uma dívida para com Deus, uma dívida perante a Sua Santidade, alguém que feriu a moral de Deus que o desobedeceu e se revoltou contra a Sua Vontade, já que todos tem o conhecimento do bem e do mal.

Então você e eu, impuros, adúlteros, assassinos, ladrões, desobedientes, rebeldes,… será que merecemos o favor de Deus? Será que nossa vida tem algum valor?

Na verdade, de acordo com padrões humanos, não. Mas é aqui que aprendemos o significado do que Davi falou sobre Saul, é aqui que aprendemos o que é GRAÇA.
Nossa importância não está na nossa pureza, na nossa retidão, nossa importância não está na nossa bondade, porque não temos nada disso e nós nos perderíamos, morreríamos se fôssemos contar com a nossa própria capacidade, pois a Bíblia diz que “maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor”. Nossa importância está no quanto somos amados por Deus.
Se você nunca entendeu porque Cristo teve que morrer, entenda hoje que você não merecia a salvação, você era um pecador, alguém que feria a moral de Deus, alguém que enfrentava diretamente os preceitos divinos, alguém que poderia ser chamado de assassino, imoral, desobediente, ladrão. Mas Deus é justo e não tem o mal por bem, Ele não pode negar a si mesmo e dizer “vou fingir que não vi o seu pecado”, Deus não pode fazer isso, pois estaria mentindo e um Deus Santo não mente!
Então a solução foi enviar Jesus, que teve uma vida perfeita, sem pecado algum e morreu em favor de mim e de você, a Bíblia diz que Deus nos amou, amou tanto ao mundo que deu seu Filho único para que todo aquele que cresse em seu Filho tivesse a vida eterna.
Jesus nos substituiu, pagando um preço que era nosso, morrendo uma morte que era nossa, Ele se colocou em nosso lugar, se fez maldição em nosso lugar e assim nos deu vida.

Deus nos ama tanto, nós somos tão importantes para Deus, que Ele enviou seu Filho para morrer em nosso lugar e esta, foi a única forma possível, para estarmos novamente com Ele, assim poderíamos viver.
Você e eu, não tinhamos a mínima chance contra o nosso próprio pecado, ele nos mataria, nós nos matariamos eternamente, porque a Bíblia diz que não há nenhum justo, nenhum sequer. Mas Deus nos amou, Ele nos considerou importante e nos deu a Graça e assim a Vida Eterna, por meio da fé em Cristo Jesus.
A minha e a sua vida vale muito, porque o homem de maior valor que já existiu morreu para que nós a tivessemos e continuassemos tendo pela Eternidade que nos seguirá.

Quanto vale a sua vida? Segundo padrões humanos, nada. Segundo o Amor e a Graça de Deus, assim como a vida de Saul, sua vida e a minha, tem um grande valor para Deus.

Por isso, viva! Viva da única maneira que é possível viver, crendo em Cristo como seu único e suficiente Salvador.

Que Deus o abençoe!